<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827</id><updated>2012-01-18T14:52:43.043-08:00</updated><category term='porto'/><title type='text'>O  livro das memórias</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-824157489258490884</id><published>2011-11-19T07:48:00.001-08:00</published><updated>2011-11-19T07:58:28.619-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-2qRJDL9N8tI/TsfSHze7_WI/AAAAAAAAAGs/dm9oR5Ew1hk/s1600/cabelos2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2qRJDL9N8tI/TsfSHze7_WI/AAAAAAAAAGs/dm9oR5Ew1hk/s320/cabelos2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676736886844685666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Está frio. O céu está escuro e as nuvens pesadas, carregadas, quase tanto como eu.&lt;br /&gt; Não importa, sento-me na areia molhada e descalço os ténis, atiro as meias para longe e deixo o mar molhar-me os pés. Está fria, fria como nunca. &lt;br /&gt; Não sinto nada já, apenas um aperto inexplicável tanto quanto inevitável no coração.&lt;br /&gt; Ouvem-se os trovões e, de quando em vez, aparecem uns clarões no céu capazes de iluminar até os becos mais escuros da cidade.&lt;br /&gt; Deixei-me ali. Continuo aqui a desenhar letras em forma de rabisco. As lágrimas acabarão por transformar toda esta tinta da esferográfica preta num enorme borrão negro, imperceptível, mas continuarei. &lt;br /&gt;(...)javascript:void(0)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-824157489258490884?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/824157489258490884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=824157489258490884' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/824157489258490884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/824157489258490884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2011/11/esta-frio.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2qRJDL9N8tI/TsfSHze7_WI/AAAAAAAAAGs/dm9oR5Ew1hk/s72-c/cabelos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7044273489325837707</id><published>2011-11-19T07:11:00.000-08:00</published><updated>2011-11-19T07:36:18.457-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-gGEiIFZJJd8/TsfM625FpAI/AAAAAAAAAGg/JcMNl-Gk590/s1600/174289581_f54df4f856.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-gGEiIFZJJd8/TsfM625FpAI/AAAAAAAAAGg/JcMNl-Gk590/s320/174289581_f54df4f856.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676731166863238146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ás vezes perco-me e viajo, viajo para longe. Fico num mundo irreal como se nada mais houvesse à volta da terra.&lt;br /&gt;Embarco nestas viagens alucinantes para ignorar, durante momentos, esta montanha russa de sentimentos que me invade como se já me pertencesse, irreversivelmente.&lt;br /&gt;Trata-se de uma busca incessante de paz de espírito, uma procura interminável, um descontentamento constante que grita pelo silêncio como se se tratasse de algo inatingível.&lt;br /&gt;Envolvo-me no percurso imaginário que me conduz a um lugar distante, tão distante como impossível pelo que desaparece segundos após surgir.&lt;br /&gt;Perco-me por entre fragmentos do sonho, vivo-os como se fossem meus. Mas não são, nunca foram. Escapam-se-me pelos dedos como se fugissem aterrorizados.&lt;br /&gt;Tal como tu, que tropeças em abraços recheados de açúcar. Um dia estás cá, no outro já foste para qualquer lugar distante, noutro planeta talvez.&lt;br /&gt;Quando ficas cá, as tuas palavras surgem como que rebuçados embrulhados num papel colorido. Envolves-me num abraço apertado com sabor a morangos mergulhados em chocolate quente. Adoças-me a alma, que é para isso que ela existe, para ser estimada. &lt;br /&gt;Não me pedes nada, eu não te peço nada. Ficamos ali, enrolados numa manta de mel a beber amor, numa chávena engraçada em formato de coração.&lt;br /&gt;De repente lembrei-me de que já não estava a escrever sobre perder-me no meu pensamento mas sim sobre ti. Não apaguei, não editei. Fiquei simplesmente feliz por saber que, parecendo que não, és real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7044273489325837707?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7044273489325837707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7044273489325837707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7044273489325837707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7044273489325837707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2011/11/as-vezes-perco-me-e-viajo-viajo-para.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gGEiIFZJJd8/TsfM625FpAI/AAAAAAAAAGg/JcMNl-Gk590/s72-c/174289581_f54df4f856.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5944975925095760297</id><published>2011-08-15T16:32:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T16:54:10.416-07:00</updated><title type='text'>ontem e hoje.</title><content type='html'>Esperei sem desesperar.&lt;br /&gt;Pedi-te um bocadinho do mundo e soube aceitar quando percebi que mesmo esse pedaço era demais.&lt;br /&gt;Tentei não esperar nada de ti, tentei não desejar mais nada. Tentei viver assim mas aprendi simplesmente a sobreviver.&lt;br /&gt;Os mais minúsculos gestos de carinho tornavam-se assim mais valiosos do que cristais, ou diamantes, ou ouro(...) Mas não eram suficientes. &lt;br /&gt;Sei agora que vivi uma felicidade falsa, uma ilusão quase bonita mas demasiado frágil.&lt;br /&gt;Construía uma história com pilares de areia na esperança que esses se tornassem de ferro. Caiu. E eu caí também.  Caí várias vezes até. &lt;br /&gt;Desesperei, desisti.&lt;br /&gt;Agora apareces-me tu, disposto a dar-me o céu e o mundo.&lt;br /&gt;Vestes-te de arrependimento e de sentimentos que não usavas quando eu precisei.&lt;br /&gt;Estás aqui com um olhar diferente - reconheço isso - mas hoje nem o céu, nem o sol, nem a lua são suficientes para preencher o espaço vazio e magoado que deixaste cá dentro. Disparaste contra o meu órgão vital, de forma mortal. &lt;br /&gt;Não morri, porque sou demasiado forte para me deixar vencer. Mas fiquei imóvel e perdida, mergulhada num mar salgado que parecia não mais ter fim.&lt;br /&gt;Encontrei-me finalmente, e tu agora procuras-me com a noção de que sou um bem perdido.&lt;br /&gt;Eu não sei se estou perto, se estou longe. Não sei se estou aí ou aqui.&lt;br /&gt;Não sei se estou lá ou se vou sempre ficar por cá.&lt;br /&gt;Sei que hoje preciso de muito mais do que o mundo, do que a lua, do que do universo.&lt;br /&gt;Hoje preciso de mais, muito mais e mesmo isso será sempre pouco.&lt;br /&gt;Mataste a parte de mim que ansiava por um abraço para se tornar a mulher mais feliz do mundo. &lt;br /&gt;Hoje vivo eu, gelada pela realidade, e este gelo eu acho que não podes quebrar.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5944975925095760297?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5944975925095760297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5944975925095760297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5944975925095760297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5944975925095760297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2011/08/ontem-e-hoje.html' title='ontem e hoje.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7454853570814450383</id><published>2011-08-15T11:29:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T11:58:08.360-07:00</updated><title type='text'>cocktail explosivo de palavras sem nexo ou ligação.</title><content type='html'>Apeteceu-me escrever. Despejar palavras repletas de magia como se de um desabafo se tratasse.&lt;br /&gt;Posso desde já adivinhar que no fim do texto estarei vazia, ou leve(...) uma conjugação estranha entre leveza e vazio, uma provável sensação de paz ou uma possível ausência de sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cartas espalhadas pela chão, umas bonitas, outras que não passam de um conjunto de letras mal desenhadas que carecem de emoções. Cartas de despedida que nunca me farão sorrir; cartas de amor aparentemente tão sinceras mas que, olhando bem, estão já desfeitas em pedaços de papel mal recortados.&lt;br /&gt;Será mesmo assim a lei da vida?! Tu vais e vens, nunca ficas de facto nem nunca desapareces para sempre. Já não sei quem és tu, homem das mil facetas.&lt;br /&gt;Tivemos tudo, dei-te mais ainda. Não falhei, não virei as costas. Não baixei os braços.&lt;br /&gt;Recebi pouco, mas fiquei.&lt;br /&gt;Morri por dentro .&lt;br /&gt;Renasci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fecho os olhos.&lt;br /&gt;Olho para o passado.&lt;br /&gt;Não vejo nada.&lt;br /&gt;Olho em frente.&lt;br /&gt;Há sorrisos.&lt;br /&gt;Há felicidade.&lt;br /&gt;E estás tu.&lt;br /&gt;E estou eu.&lt;br /&gt;E está o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje sei pouco, mas sei muito mais do que ontem. Saberei muito mais amanhã, espero.&lt;br /&gt;Continuo sem fugir, mas agora compreendo melhor o verbo desistir. E desistir já não me parece um acto de fraqueza, mas sim de coragem. Desistir nem sempre é o caminho mais fácil. Desistir continua a ser-me difícil, loucamente difícil. Ainda não o sei fazer, e não sei bem se pretendo aprender. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7454853570814450383?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7454853570814450383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7454853570814450383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7454853570814450383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7454853570814450383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2011/08/cocktail-explosivo-de-palavras-sem-nexo.html' title='cocktail explosivo de palavras sem nexo ou ligação.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2115650159553475540</id><published>2010-01-04T13:59:00.000-08:00</published><updated>2010-01-05T09:42:56.386-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mais um dia. Flutuo na estrada, abstraindo-me de todas as pessoas que entram, saem, falam, berram, sussurram, choram ou riem no autocarro; sinto-me a divagar num mundo miseravelmente feio e pobre de sentimentos e não quero lembrar-me de mais nada.&lt;br /&gt;Foco o olhar no na janela, e a chuva bate sem qualquer tipo de agressividade contra o vidro. Lá vou eu, não sei bem de onde, muito menos para onde. Mas vou, de auscultadores nos ouvidos e a mochila cheia de sonhos ao colo. &lt;br /&gt;Os carros lá fora são lentos, os condutores são todos monotonamente iguais: vultos pretos sem sorriso, sem sinal algum de brilho no olhar ou em parte alguma. Hoje nem o céu brilha, não há sol, e ninguém diria sequer que ainda há dias foi Natal – visto que esta é uma época cheia de luzinhas de diversas cores, de chocolate quente com a família, de gargalhadas das crianças e do habitual oh oh oh do Pai Natal.&lt;br /&gt;E agora, a música que levo nos ouvidos não me deixa focar em nada mais. Está aos berros, é ensurdecedora e chega a ser sarcástica. A única vontade que me envolve é a de fechar os olhos e deixar-me apagar por breves momentos neste tsunami emocional.&lt;br /&gt;Perco-me dentro de mim mesma, nesta profunda imensidão de confusões e incertezas repentinas e quando volto, não há nada de novo. Está tudo igual, um dia tristemente cinzento, a chuva pouco agressiva que se assemelha a um choro já gasto. E eu, continuo aqui, com a música sempre bonita a matar-me o riso. &lt;br /&gt;Quero voltar atrás no tempo, ou avançar… Só não quero ficar aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2115650159553475540?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2115650159553475540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2115650159553475540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2115650159553475540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2115650159553475540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2010/01/mais-um-dia.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-182508327967680526</id><published>2009-10-06T13:28:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T13:32:43.895-07:00</updated><title type='text'>- só porque me lembro deste texto vezes sem conta.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Sorriso - José Saramago&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exactamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-182508327967680526?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/182508327967680526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=182508327967680526' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/182508327967680526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/182508327967680526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2009/10/so-porque-me-lembro-deste-texto-vezes.html' title='- só porque me lembro deste texto vezes sem conta.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7054353979276355500</id><published>2009-07-14T10:19:00.000-07:00</published><updated>2009-07-15T11:19:49.824-07:00</updated><title type='text'>era uma vez.</title><content type='html'>Devorado pelo céu negro da noite, ele acendia um cigarro enquanto se deitava sobre a areia fria.&lt;br /&gt; A melodia do mar deixava vir à tona memórias doces - quase tão doces como uma combinação abusiva de chocolates, álcool e prazer. Afinal, tudo girava em torno da mulher da sua vida: o cocktail perfeito com as doses correctas, o sabor ideal, a beleza mais incrível, a alma mais bonita.&lt;br /&gt;As ondas do mar, sarcásticas como nunca, assistiam aquele episódio aparentemente tirado de uma cena errada de um filme pouco profissional.&lt;br /&gt;O mundo não parecia passar ali, nem o mundo, nem o tempo. Nem o sangue lhe escorria pelas veias.&lt;br /&gt;A face bem desenhada do rapaz era agora nada mais do que um vulto absolutamente negro, absolutamente triste, absolutamente perdido. Desejava mais do que qualquer uma futilidade habitualmente desejada, ser a resolução para o problema do seu amor, da princesa dos seus castelos, da rainha dos seus sonhos, da sereia dos seus imensos mares.&lt;br /&gt;Permanecia ali, desligado do relógio, desligado do seu corpo perfeitamente bonito. Só sabia dela, dos seus passos, até dos seus gestos ocasionais. Lembrava-a lindíssima, inalcançável, perfeita. Surgiam vagas memórias: era bonita quando acordava, quando adormecia. Era bonita todos os dias. Era bonita quando ria, era bonita quando chorava de riso. Era bonita quando gritava, até triste era bonita. Era bonita de vestido, mas simplesmente linda com uma t-shirt dele, enorme, com o cabelo despenteado, descalça a vaguear pela casa impondo a sua beleza em todos os cantos, em todos os pormenores pouco relevantes tornando-os extremamente especiais.&lt;br /&gt;Fumava mais um cigarro, já quase sem força para elevar a mão à boca. Podiam-lhe arrancar o Mundo, mas tirarem-lhe a terna imagem de a ver adormecer no seu peito depois de uma noite de amor era matá-lo. E morria, de facto. Estava a morrer lenta e dolorosamente.&lt;br /&gt;Faltava-lhe a essência perfumada da sua pele macia, a simplicidade mágica do seu sorriso mais branco do que a neve.&lt;br /&gt; Faltava-lhe o olhar terno, a palavra amiga, o jeito acriançado. O cabelo no ar de todas as manhãs, os dias passados na cama a comer pipocas e a ver desenhos animados.&lt;br /&gt;Faltava-lhe o fragmento mais feliz de si e agora, a areia gelava-lhe a figura, como que para completar a alma já desfeita em cacos gelados.&lt;br /&gt;E depois, quando já não havia mais lágrimas para chorar nem cigarros para consumir furiosamente, sentou-se sem se importar minimamente com a quantidade de areia na sua camisola e olhou fixamente o mar - tal como a sua deusa fazia, tantas e tantas vezes. Olhou e sentiu o coração apertar muito… Quando voltou a olhar para o horizonte, estavam imensas palavras soltas escritas na água calma. Palavras que os uniam, mesmo que não tivessem qualquer sentido quando juntas.&lt;br /&gt;E ele, cerrou os punhos, pegou nas sapatilhas e pôs-se a caminho. Caminhou para a felicidade. Correu em direcção à correcção de todos os erros cometidos anteriormente.&lt;br /&gt; Jurou a si mesmo, deixando o poderoso mar como testemunha que nunca, nunca se voltaria a sujeitar a tamanha dor. Nunca mais, nem por um segundo que fosse se voltaria a imaginar longe dela, longe da felicidade, longe da harmonia, longe do seu jeito mimado, dos seus gestos estranhos, simples e demasiado bonitos para interpretar.&lt;br /&gt;Do outro lado da praia, estava ela. Senhora de si, descalça. Olhava o horizonte com uma intensidade inexplicável e sentia o mesmo aperto que ele.&lt;br /&gt;Era amor. Ou apenas paixão. Fosse o que fosse, era bonito.&lt;br /&gt;Filipa silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="width:300px;"&gt;&lt;object width="300" height="110"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/vGUNomtkag"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/vGUNomtkag" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="110" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="background-color:#E6E6E6;padding:1px;"&gt;&lt;div style="float:left;padding:4px 4px 0 0;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/embedsearch/E6E6E6/" border="0"  /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;form method="post" action="http://www.imeem.com/embedsearch/" style="margin:0;padding:0;"&gt;&lt;input type="text" name="EmbedSearchBox" /&gt;&lt;input type="submit" value="Search" style="font-size:12px;" /&gt;&lt;div style="padding-top:3px;"&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=0&amp;ek=vGUNomtkag" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/152/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=1&amp;ek=vGUNomtkag" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/153/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=2&amp;ek=vGUNomtkag" rel="nofollow"&gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/154/10/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/ads/banneradclick.ashx?ep=3&amp;ek=vGUNomtkag" rel="nofollow" &gt;&lt;img src="http://www.imeem.com/ads/bannerad/155/10/vGUNomtkag/" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.imeem.com/people/7lUFON/music/MtRwViw3/the-fray-you-found-me-acoustic-version/"&gt;You Found Me (Acoustic Version) - The Fray&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7054353979276355500?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7054353979276355500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7054353979276355500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7054353979276355500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7054353979276355500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2009/07/era-uma-vez.html' title='era uma vez.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5798511610206862480</id><published>2009-03-13T07:20:00.000-07:00</published><updated>2009-03-13T07:54:48.879-07:00</updated><title type='text'>olhar de promessas fáceis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hoje quero muito ficar só. Ou apenas ficar muito só. Talvez hoje só queira ficar. Ficar não sei bem onde, nem com quem ou 'sem quem'. Sei que quero sentar-me num chão duro e ver à minha frente a linha do horizonte.Esquecer os olhares de promessas fáceis que iludem e desiludem com uma pressa enigmática; as palavras baratas que enchem o ar poluído de mais poluição ainda; os gestos mentirosos que se envolvem em ciclos muito mais do que viciosos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Abstraída, vou envolver-me nessa realidade falsa e aproveitar &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;desequilibradamente&lt;/span&gt; os escassos segundos da sua duração - um, dois ... nem tanto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  E assim, ciclicamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5798511610206862480?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5798511610206862480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5798511610206862480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5798511610206862480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5798511610206862480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2009/03/olhar-de-promessas-faceis.html' title='olhar de promessas fáceis'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5823669418463846781</id><published>2009-02-14T01:50:00.000-08:00</published><updated>2009-02-22T06:33:38.393-08:00</updated><title type='text'>texto autobiográfico - uma memória.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sob mil sóis escaldantes vivia inundada de alegria e inocência um amor adulto, muito mais do que qualquer outro. Mais do que amor, era um fascínio apaixonante que nunca ousei partilhar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Via-o como ninguém e sentia que todos os centímetros da sua imensidão me pertenciam fielmente. Conhecia de cor o seu cheiro fresco e suave, o seu toque frio mas carinhoso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Foram muitas as vezes em que  me sentava em areia humedecida e olhava com vontade de ver mais, de alcançá-lo e possuí-lo de forma egoísta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E depois, mais tarde e já quase sozinha, sentia a brisa leve levantar-me os cabelos e imaginava que eram as suas mãos a acariciar-me com um amor de certa forma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;retribuído&lt;/span&gt;. Haviam dias em que, pensava eu, era melhor não me aproximar pois a sua fúria era irreversível - nunca me lembrei, porém, que poderia tentar acalmá-lo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ninguém se atrevera a entender o meu secreto fascínio, mas pelo menos não o julgavam - talvez porque a minha figura pequenina de criança lhes transmitia uma alma sensível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Amava aquele mar imenso e ainda não tinha a capacidade de o condenar por nao ser, nem tão pouco, a única. Continuei a venerá-lo e a querer senti-lo meu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contudo, a magia tem sempre um fim, e sem avisos prévios ele foi, para não mais querer voltar a ser o mesmo, nem sequer meu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Hoje, é significado de tranquilidade, paz, harmonia, reflexão e muito mais. Mas o fascínio perdeu-se entre a areia e as rochas, entre os contratempos do próprio tempo. Como tudo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Filipa Silva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5823669418463846781?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5823669418463846781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5823669418463846781' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5823669418463846781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5823669418463846781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2009/02/texto-autobirografico-uma-memoria.html' title='texto autobiográfico - uma memória.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7241925966524129736</id><published>2009-01-29T09:44:00.000-08:00</published><updated>2009-01-29T09:47:55.598-08:00</updated><title type='text'>mil vezes mais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Sob mil sóis escaldantes, brisas suaves e ventanias irreversíveis, debaixo do preto da noite, da magia da lua e em frente ao mar sedutor. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Em mil ares diferentes, odores opostos e toques contrastantes, em mil sonhos calados, falados, cantados; em mil páginas escritas, rasgadas, queimadas, riscadas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Em mil céus diferentes: nuvens em forma de coração, de monstro, de rio e flor. Por mil caminhos diferentes, estradas velhas, novas, paralelos e até areia e terra, mil destinos sonhados , mil horizontes programados, mil objectivos traçados, e mil sonhos por construir/destruir. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Sob mil chuvas torrenciais e flocos de neve, debaixo de mil estrelas diferentes e com mil cores marcantes faço o desenho de uma história, que não cabe em mil e uma telas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Vivo, sob e sobre mil sensações diferentes e amo de mil maneiras minhas. E vivo. Em mil dias aprendo a viver, noutros a sobreviver. Mas vivo com mil vontades de ser mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; E amo, amo muito mais do mil vezes. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;Filipa Silva&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7241925966524129736?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7241925966524129736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7241925966524129736' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7241925966524129736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7241925966524129736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2009/01/dias-assim.html' title='mil vezes mais'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8059701656684507991</id><published>2009-01-07T06:50:00.000-08:00</published><updated>2009-01-07T06:52:05.053-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p style="font-family: verdana; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2008. 2008 foi mais um ano, diferente e igual aos muitos outros. Com cores e sorrisos, a preto e branco e com lágrimas.&lt;br /&gt;Fechei gavetas e abri baús, escondi gigantes e constantemente cruzei-me com minúsculos soldadinhos do coração.&lt;br /&gt;Compliquei o mais simples e tentei simplificar as maiores complexidades da vida. Li, revi-me naquilo que li. Escrevi e tornei-me personagem da minha própria vida feita em papel. Acrescentei personagens,mas o mais importante foram as que já pertenciam à história:a umas, dei valor, a outras nem tanto. Umas com mais impacto,presença ,outras que apesar de uma significativa distância, permaneceram importantes e não menos especiais.&lt;br /&gt;Sei que tive e terei sempre uma dificuldade estranha em permitir que outras bonecas de pano ou outros guerreiros de chumbo saltem para dentro do meu livro. Não, não é egoísmo, é protecção.&lt;br /&gt;Sendo eu princesa e por vezes apenas figurante, aceitei os papeis e fui aquilo que tive que ser ,fui eu.&lt;br /&gt;Muito mais do que uma personagem cheia de hipérboles ou até eufemismos, não quis metáforas nem muito menos comparações, fui eu, conforme pude, fui mais eu do que qualquer princesa de contos de fadas.&lt;br /&gt;Contudo, o mais interessante neste livro de papel reaproveitado e escrito com marcadores de criança, é que não se trata de um conto de fadas de verdade, até porque não há princesas de verdade, nem fadas, muito menos anões - há a vontade de ser, a capacidade de sonhar e a força de assumir que somos capazes de tudo, basta um sorriso ou outro na plateia.&lt;br /&gt;Não podia deixar esta última fase do meu conto pouco correcto, sem passar a negrito a presença de um príncipe, que foi príncipe sempre que o quis ser, mas acabou por abandonar esse papel mais vezes do que as que eu queria e sonhei. É, a verdade é que muitas das páginas deste ano foram escritas em torno dele , mas houve também muitos papéis borratados por gotinhas transparentes salgadas que saltaram dos meus olhos e fizeram o marcador azul desfazer as palavras. Mas foi ele, que esteve mais presente do que ninguém, embora esta presença seja relativa pois senti que estava sozinha mesmo com ele do meu lado. Amei - o com toda a força do Mundo, e disso , orgulho - me.&lt;br /&gt;Foi assim um ano, mais um. Igual e diferente, original e por vezes vulgar. Amo muito as recordações que enchem o meu baú com a data de 2008, como com a de todos os anos anteriores. Quero,de forma simplista e minha, dizer um obrigada ás personagens que tornaram em arte o meu ano. Mais ainda, aos que tornam a minha vida num livro enorme cheio de cor e expressão.&lt;br /&gt;E arte, arte não no sentido técnico, mas metaforizado - acho eu. Arte porque pessoas que me fazem sorrir, até chorar e me permitem ser eu mesma, são arte em mim, no meu corpo mas relevantemente, no meu coração. Aos gigantes que derrotei e aos minúsculos soldadinhos do coração, obrigada por existirem dentro de mim - obrigada por existirem só para mim.&lt;br /&gt;Para 2009, espero do fundo do baú recuperar a capacidade de sonhar e de acreditar.&lt;br /&gt;Filipa Silva - 30 de Dezembro de 2008&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;!-- google_ad_section_end --&gt;&lt;!-- google_ad_section_start(weight=ignore) --&gt;            &lt;script language="JavaScript" type="text/javascript"&gt;   google_cust_age = ""; google_cust_gender = "2";   google_color_border = "FFFFFF";   google_color_bg = "FFFFFF";   google_color_link = "666666";   google_color_url = "666666";   google_color_text = "666666";   GA_googleFillSlot("photo_300x250_1_btf"); &lt;/script&gt;&lt;script src="http://partner.googleadservices.com/gampad/ads?correlator=1231339847812&amp;amp;output=json_html&amp;amp;callback=_GA_googleAdEngine.setAdContentsBySlotForSync&amp;amp;impl=s&amp;amp;prev_afc=0&amp;amp;client=ca-gam-fotolog&amp;amp;slotname=photo_300x250_1_btf&amp;amp;page_slots=photo_728x90_1_atf%2Cphoto_300x250_1_btf&amp;amp;cust_params=Gender%3D2%26Age%3D1000%26pageid%3Dheart_place&amp;amp;cookie=ID%3Df8f7d49c545bf3ff%3AT%3D1222887567%3AS%3DALNI_MZ3yQl-xZy6BkXvq0NJsiCRKb4huw&amp;amp;ga_vid=2312176923109949000.1211482303&amp;amp;ga_sid=1231339848&amp;amp;ga_hid=1130999920&amp;amp;ga_fc=true&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.fotolog.com%2Fheart_place&amp;amp;ref=&amp;amp;lmt=1231339846&amp;amp;dt=1231339848281&amp;amp;cc=100&amp;amp;color_border=FFFFFF&amp;amp;color_bg=FFFFFF&amp;amp;color_link=666666&amp;amp;color_url=666666&amp;amp;color_text=666666&amp;amp;hl=pt&amp;amp;cust_gender=2&amp;amp;cust_age=1000&amp;amp;u_h=768&amp;amp;u_w=1024&amp;amp;u_ah=738&amp;amp;u_aw=1024&amp;amp;u_cd=32&amp;amp;u_tz=0&amp;amp;u_his=8&amp;amp;u_java=true&amp;amp;u_nplug=26&amp;amp;u_nmime=105&amp;amp;flash=9.0.45"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script language="javascript"&gt; google_ad_channel = "PT_photo_300x250_1_btf"; google_language = "pt";  google_ad_client = "ca-fotolog_eu_js"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; google_ad_format = "300x250_as"; google_ad_type = "flash,image,text,html"; google_targeting = "site"; google_safe = "medium";  &lt;/script&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8059701656684507991?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8059701656684507991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8059701656684507991' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8059701656684507991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8059701656684507991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2009/01/2008.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8907256173843463718</id><published>2008-12-29T05:21:00.000-08:00</published><updated>2008-12-29T05:24:15.739-08:00</updated><title type='text'>sobre os hi5's</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;color:#000000;"  &gt;    Não sou muito do género de fazer slides ou criar pseudo-tops a tornar pessoas que mal conheço em meus amigos de longa data. Nem tão pouco utilizo isto como meio de popularização quanto mais de 'putização'.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;color:#000000;"  &gt;     É irónico passar em certos hi5's e deparar-me com a falta de nível que por lá vai. Sei lá, é aquilo que todos sabem porque faz já parte das rotinas.     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;color:#000000;"  &gt;    Acho que nunca antes fora necessário uma página na internet para alguém se assumir perante uma sociedade ( que não mais existe porque afinal, é virtual), hoje - e já há algum tempo - é a forma mais óbvia e claro, mais fácil. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;color:#000000;"  &gt;    Não venho para aqui para ser uma excepção nem para me considerar diferente e automaticamente melhor, até porque se também tenho hi5 está claro que senti mais do que curiosidade - uma vontade de entrar neste Mundo.  Mas a questão está aí mesmo, estamos em tantos mundos ao mesmo tempo que ainda não parámos para recriar o nosso, com a verdade que merecemos e até dignidade que  escassa conforme passam os segundos.  Isto é, o mundo do photoshop, do hi5, do fotolog.   Um  mundo que depois dos anteriores se cria em torno de alguém que afinal, NÃO EXISTE. É tudo uma questão de milhares de máscaras por detrás de vidas, e a isso eu chamo de futilidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;color:#000000;"  &gt;    Não querendo pôr tudo no mesmo saco, este cabe na consciência de alguns .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8907256173843463718?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8907256173843463718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8907256173843463718' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8907256173843463718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8907256173843463718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/12/sobre-os-hi5s.html' title='sobre os hi5&apos;s'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7989365005582119283</id><published>2008-10-12T11:42:00.000-07:00</published><updated>2008-10-12T11:50:05.442-07:00</updated><title type='text'>algures em Setembro.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Cinco cores. Cinco vidas. Cinco histórias e nenhuma lógica. Nenhum sentido, nenhuma razão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Dois dias, dois momentos. Duas horas. Duas lágrimas e nenhuma lógica. Nenhum sentido, nenhuma razão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Uma pessoa, mais uma pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Um amor. Uma conveniência. Uma lágrima, uma indiferença e no entanto, nenhuma lógica. Nenhum sentido, nenhuma razão. Nenhuma justiça, nenhuma compensação, nenhum sorriso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Nenhuma verdade, nenhuma transparência. Nenhuma justiça. Nenhuma justiça. Nenhuma justiça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Nada,  nada, nada. Amor cego, amor-ilusão, amor-mentira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Amor aqui, falsidade lá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Adeus hoje, olá amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Coragem, ou falta dela. Amor e falta de compreensão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Tudo num lado, nada do outro. E nenhuma justiça, nenhuma lógica. Nenhum sentido, nenhuma razão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Nada, nada e nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Nada, nada e nada. Nunca nada, nunca nada de nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7989365005582119283?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7989365005582119283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7989365005582119283' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7989365005582119283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7989365005582119283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/10/algures-em-setembro.html' title='algures em Setembro.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-1142468058759994565</id><published>2008-10-12T11:31:00.000-07:00</published><updated>2008-10-12T11:41:39.703-07:00</updated><title type='text'>2008.10.03 , 22h33</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Queria ser uma memória, uma recordação. Qualquer coisa semelhante aos mais diversos objectos, papéis, fotografias ( entre outros ) que guardo no meio daquele caderno de criança. Que me olhassem com carinho e chorassem com saudades- era isso, o que eu queria. Que gostassem de mim com dedicação, que precisassem do meu amor como eu preciso do deles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Queria ser personagem principal nos contos imaginários e viver feliz para sempre no coração de alguém; da mesma forma que vivem felizes para sempre no meu coração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Mas há &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana;"&gt;um livro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; , escrito ao calhas, sem aspectos gramaticais nem tão pouco filosóficos interessantes do qual eu queria mesmo fazer parte. Até sabendo que se trata de algo pouco correcto, pouco sábio, mas eu queria. Queria muito e aceitava um papel qualquer. Desde rainha a criada ou até figurante sem nome nem falas. Queria estar lá, apenas pelo simples e quase concreto facto de estar. Significaria uma presença , com o seu pouco relevo - é certo- mas estava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    O livro, o livro é a vida de quem me levou a vida. E chamo livro ás vidas, porque é assim mesmo: muitos capítulos, imensos pontos finais e uma quantidade insuportável de personagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;     E este livro - ou vida - pertence ao sonho, amor, ilusão, desilusão, carinho, tristeza da minha história, do meu livro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-1142468058759994565?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/1142468058759994565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=1142468058759994565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1142468058759994565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1142468058759994565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/10/20081003-22h33.html' title='2008.10.03 , 22h33'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7962723080230753663</id><published>2008-10-12T11:07:00.000-07:00</published><updated>2008-10-12T11:30:48.636-07:00</updated><title type='text'>2008.10.03  , 22h15</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;   Fecho os olhos e tento criar uma linha imaginária em redor da minha vida, dos meus dias, dos meus sonhos, das minhas memórias, das minhas saudades; das minhas lágrimas. Então a linha forma-se curva com rotações imparáveis. O medo é constante, nesta montanha russa de sentimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Vidro-me numa história, na única que sei de cor e reparo que ela &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;só &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;significa algo para mim. Mais ninguém a vê, nem muito menos a sente como eu. Começo a pensar que se trata de uma história imaginada por mim em actos de desespero, mas não. Existe mesmo e pertence-me como se fosse um órgão vital: domina as minhas vontades e forças, destrói o que construí. Faz-me sorrir e chorar. Faz-me amar e odiar. Toma conta de mim com a injustiça habitual das histórias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Não há príncipe nem princesa. Nem bruxa nem duendes, nem fadas. Há um lugar escuro que consiste em quatro paredes e pouco mais: um caderno e um marcador. Muitos riscos e palavras, muitas frases sem nexo e por trás de tudo, uma vida. Uma vida quase esquecida no meio do silêncio ruidoso, penoso, sofrido e pesado. Uma vida sem vida que deu a vida que tinha quando ainda era vida a um amor, que era a sua vida. Um amor enorme dum lado, um nada do outro. E no meio de tanta coisa vazia, há uma quantidade enorme de lágrimas que borratam o caderno e fazem dele uma tela de um pintor abstracto sem talento nem vontade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Ao longe ouvem-se decerto suspiros tristes, mas é bom que ninguém os queira ouvir de perto - assustariam-se com a imensidão do escuro, do borratado das gotas salgadas, e assustariam-se ainda mais com aquele corpo já sem alma que só serve para desenhar palavras tortas que nunca ninguém vai entender. E digo que é só corpo porque já não restam vestígios da alma. O brilho do olhar já não é brilho, é apenas uma expressão triste; o sorriso é igualmente triste e cínico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    É um corpo que sobreviveu a uma luta - e que luta! - que lhe roubou a vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Ninguém entende a tal história porque ninguém sabe do tal corpo sem alma. Ninguém entende a tal história porque ninguém tem a plena noção de injustiça. Ninguém entende a tal história porque só se interessam com os contos de príncipes e princesas. Ninguém entende a minha história, porque ninguém sabe como ela é realmente. Mas é melhor não tentarem entender as quatro paredes escuras, porque nunca ninguém lá vai poder entrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    É um mundo de alguém que não quer viver porque a sua história lhe roubou a vida, é um mundo que ninguém pode querer porque não o dou, nem empresto a ninguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;    Gostava de acrescentar o famoso " &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana;"&gt;The end ",&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; mas isso, não depende nem da história, nem do tal corpo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7962723080230753663?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7962723080230753663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7962723080230753663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7962723080230753663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7962723080230753663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/10/20081003-22h15.html' title='2008.10.03  , 22h15'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2031270850700936783</id><published>2008-08-23T13:00:00.001-07:00</published><updated>2008-08-23T13:52:13.344-07:00</updated><title type='text'>Onde estás, meu amor?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;    Sempre foste o príncipe dos meus sonhos e o rei do meu coração. Foste a alma mais bonita de sempre e quer eu queira quer não, o sempre vai estar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:trebuchet ms;" &gt;sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; em toda a parte enquanto eu escrever de amor, de um amor, do nosso amor de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:trebuchet ms;" &gt;sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;    Todos as vezes em que não te tive, chorei porque precisei de ti, quando te tive e estavas do meu lado, agarrei-te com força porque tive muito medo de te voltar a perder. E habituei-me a agarrar-te com essa força, com esse carinho, com essa ternura, com esse amor. Habituei-me a ti, ás tuas palavras bonitas ao meu ouvido, ao teu cheiro, aos teus lábios, aos teus braços, aos teus olhos brilhantes, ao teu sorriso que me dizia tudo de ti, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:trebuchet ms;" &gt;sempre.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; Habituei-me a admirar-te os passos e as conversas, habituei-me a uma rotina nossa que eu não me importava de repetir. Habituei-me a deitar-me sob o teu coração e a ouvi-lo com atenção, e depois comentar contigo que as batidas são duplas, como se a separar as sílabas do meu nome. Habituei-me ao beijinho de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:trebuchet ms;" &gt;Bom dia , amor&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; ,  ás conversas iguais a sempre, aos abraços sem fim. Habituei-me a cada linha do teu corpo e habituei-me à tua voz. Habituei-me a ti como se fosses eu. E sonhamos, sonhamos tanto com o futuro, estivemos na vida um do outro nos momentos bons e nos menos bons e acima de tudo amamos-nos em cada segundo. Juramos amor e prometemos eternidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;    E hoje, hoje que eu não sei bem de ti, e de ti só posso esperar um telefonema rápido, quase silencioso e estranho, tenho medo. Tenho medo porque foste tu que apagaste o brilho dos meus olhos com um erro imperdoável.  E deixei-te ir, sem ter coragem para dizer que te amo acima do Mundo, e todos os dias, quando ouço a tua voz, forma-se um nó gigante na minha garganta e só me apetece desfazer - me em lágrimas, dizer-te que não vivo sem ti, que estou a morrer de saudades tuas e que te amo , muito. Mas o orgulho de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:trebuchet ms;" &gt;sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; impede-me de o fazer, e fico o tempo todo a culpar-te no silêncio por toda a dor que me causas, mas quando desligas, o Mundo acaba e só me apetece ligar-te de novo, e dizer-te as palavras de amor que respiram verdade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;    Enquanto não vens, enquanto fico sem saber nada de mim,nem de ti, nem de nós, procuro o teu cheiro nas almofadas, nas minhas roupas, em todos os cantos, espero uma mensagem tua ou um telefonema fora de horas. Mas tu não voltas, pois não? O tempo quer levar-te da minha vida, mas não deixes. Não deixes porque eu tenho muito mais para te dizer, muito mais para te amar e tu, tu tens um pedido de desculpas pendente pela ferida enorme que fizeste nos meus sonhos. O tempo do meu tempo está a destruir-me e eu a destruir-me ao nível dele. Não aguento porque me habituei a ti, à tua presença automática na minha vida e em mim. Habituei-me como quem nunca se quer desabituar, e hoje que preciso de ti mais do que nunca na minha vida, choro por desespero, e ninguém me ouve, ninguém vem, porque ninguém sabe. Ninguém sabe o quanto dói, ninguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;        Espero e desespero por ti, meu amor. Porque és tu quem dá a alma à minha vida, é do teu abraço que eu preciso para ter força, e agora, que estou perdida num lugar onde ninguém se encontra, peço ao livro divino para que isto seja só uma pequena vírgula, um pequeno momento de uma história bem grande.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;    Tu sabes, e eu sei tão bem quanto tu que estas são cartas que nunca irás ler, porque não saberás da existência delas. Por isso amanhã, quando o telefone tocar e eu for apoderada pelo meu horrível orgulho, não te esqueças meu amor, que te amo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2031270850700936783?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2031270850700936783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2031270850700936783' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2031270850700936783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2031270850700936783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/08/onde-ests-meu-amor.html' title='Onde estás, meu amor?'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-1228416469357116577</id><published>2008-08-01T06:14:00.000-07:00</published><updated>2008-08-01T07:32:43.667-07:00</updated><title type='text'>Coração de gente grande</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     Recordo - me do quanto me era especial ainda há pouco tempo,sonhar e idealizar-me como uma menina perfeita, uma filha querida, uma irmã de sonho. Uma mulher admirável e amada, uma mãe ideal. Sonhava tudo como se o destino dependesse disso mesmo, de sonhos.&lt;br /&gt;Quem sabe, quem sabe... Mas nunca deixei de ter a noção, de que há um livro divino que é visto como o tesouro de todas as eternidades, um tesouro por certo bem escondido que requer chaves, palavras mágicas e varinhas de condão. É um livro enorme, o livro do destino.&lt;br /&gt;    Vi-o em noites de sono profundo, em truques de magia onde estava sempre o chapéu preto e o coelho. Em castelos de princesas com sapatos de diamantes e em brincadeiras de miúda nas quais ninguém crê. Procurei nas minhas estantes de livros, no meio das colecções de histórias.         Desejei com muita força encontrar o livro do futuro, o vidente mais certo.&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, fui desistindo de o encontrar.  Comecei a perceber a essência da descoberta, da surpresa, das alegrias e dos contratempos que estão de certeza escritos lá no livro dos meus sonhos ou ilusões de criança.&lt;br /&gt;    Fui caindo, tropeçando, caí muitas vezes na mesma poça de lama, doeu, sangrou. Mas com o orgulho de sempre, levantei-me sozinha, trinquei o lábio e disse para quem assistia : Não doeu nada! Chorei sozinha, como sempre faço. Odiei a história que aquele livro místico e misterioso contava sobre mim. Quis, tantas vezes, encontrá-lo e rasgar páginas dele.&lt;br /&gt;Não o encontrei porque nessas alturas nem tive força para o procurar, aprendi a viver com a expectativa de quem não sabe o que vai acontecer a seguir. Habituei-me. A própria vida é uma questão de hábito, tem que ser.&lt;br /&gt;    Hoje,vivo sem pressa. Falo do que sei e sonho com o que desconheço. Respondo de maneira a que só quem ama entende, e vivo como sempre vivi.&lt;br /&gt;    Criticam-me e põe-me defeitos que eu acho não corresponder, mas o que é certo é que ( há algum tempo) escrevi dezenas de cartas ao pai natal a pedir-lhe apenas amor para os que não o têm e nunca ninguém imaginou que eu fosse capaz de o fazer.&lt;br /&gt;    Acredito que poucos ou nenhuns me conhecem, nem mesmo os que o deviam por obrigação, mas sempre fui assim, diferente para alguns, vulgarmente igual para outros. Para mim, sempre fui normal, nunca quis ser mais do que aquilo que é o limite .&lt;br /&gt;    O sorriso por vezes foge, porque o querem levar para longe. Sempre me disseram que as coisas que não têm pernas, não fogem sozinhas, alguém as deixa perdidas, ou alguém as rouba. E quando me refiro ao meu sorriso, é assim mesmo. Por vezes perco-o por pura distracção e estupidez, noutras situações roubam-mo por maldade e nem reparam.&lt;br /&gt;    Mas mesmo assim, vivo sem pressas, vivo sem segundas intenções. Vivo num castelo de filosofias raras e lógicas diferentes, habito um mundo melhor do que o vosso, sendo ele de areia ou não. Faço da melodia do mar a música mais bonita de todas, e bastam palavras pequenas metaforizadas com amor. Basta-me a paz, a compreensão e os sorrisos. Basta-me a calma de quem vive com vontade e basta-me os sonhos. Sou feliz, como uma criança feliz que não diz que é feliz,porque nem pensa nisso, mas no entanto o seu olhar é baço de alegria, e por isso, e por todas as contradições que fazem parte do mundo e da lógica dos pequeninos, acreditamos que seja mesmo feliz.&lt;br /&gt;    É uma bolha de sabão onde tudo é bonito e onde só entra quem tiver corpo de criança, mas coração de gente grande.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-1228416469357116577?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/1228416469357116577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=1228416469357116577' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1228416469357116577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1228416469357116577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/08/corao-de-gente-grande.html' title='Coração de gente grande'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-4864294821137003164</id><published>2008-07-17T03:43:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T09:23:02.655-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;       Já não são apenas frases feitas, ditas , reeditas e ditas de novo. Cansei - me delas como quem se cansa daquilo que se repete exaustivamente.&lt;br /&gt;  São frases sem sentido nem nexo, viciadas no vício que lhes forneço e perdidas nas ruas que eu encontrei um dia. São minhas, como se tivessem sido feitas para mim e esperassem a minha útil  (ou não!) utilização delas mesmas.&lt;br /&gt;  Encho-as de eufemismos quando me convém, e hiperbolizo-as quando preciso de o fazer. São minhas, faço delas o que pretender e na maioria das vezes, uso-as a meu favor.Tenho esse direito, como outra pessoa qualquer. Se não me conformo, sou irónica até me darem razão. Com comparações e metáforas faço uma luta que só vê fim quando eu a vencer.&lt;br /&gt;  São apenas palavras, mas grandes e fortes palavras que são e fazem aquilo que eu pretender, onde, quando e com quem eu pretender. Vejo-as tal escapatória ao vosso Mundo  , livro - me de vocês com elas, e elas, que são mais ( muito mais. ) do que todos nós, existem não para se afirmarem, mas sim para servirem ( -nos). Ninguém vê , ninguém as vê e no entanto, se não fossem elas, nenhum de nós seria o que é.&lt;br /&gt;  Não são inúteis, podem é ser em vão. Mas são palavras e merecem no mínimo o reconhecimento por serem, (apenas) palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-4864294821137003164?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/4864294821137003164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=4864294821137003164' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/4864294821137003164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/4864294821137003164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/07/j-no-so-apenas-frases-feitas-ditas-re.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2415533115089887540</id><published>2008-07-11T04:14:00.000-07:00</published><updated>2008-07-11T04:18:10.966-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dias que morrem sem terem sentido a vida, luzes que se apagam sem nunca antes terem sido acesas. Caminhos que se perdem, sem nunca se terem encontrado, anos que passam, pessoas que mudam, ventos que se vão, ares que se renovam, gestos que não se repetem, canções que se tornam mudas, palavras que perdem o sentido, espelhos que já nada reflectem. E tudo, tudo isto deixa saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2415533115089887540?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2415533115089887540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2415533115089887540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2415533115089887540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2415533115089887540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/07/dias-que-morrem-sem-terem-sentido-vida.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2831258068115065300</id><published>2008-07-04T10:38:00.000-07:00</published><updated>2008-07-04T10:39:28.953-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Já tive medo do tempo. Medo que ele passasse mais depressa do que a sua pressa habitual e nos fizesse esquecer do que supostamente seria inesquecível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tive medo do vento. Medo que num vendaval ele levasse com ele tudo o que faz de mim alguém.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Até já tive medo do silêncio. Ele podia amordaçar - me e prender as palavras que eu tinha para te dizer. Tive medo de não as poder dizer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tive medo de falar. De dizer tudo de uma só vez, de dizer de mais ou de dizer muito pouco. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tive até medo de chorar. Medo que as lágrimas lavassem os sorrisos e durassem a eternidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Por falar de eternidade, tive medo dela. É verdade, tive medo que as sensações durassem para sempre e daí se repetissem até se desgastarem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tive medo da solidão. Medo de estar sozinha , medo de me confrontar apenas comigo mesma e aí não haver uma fuga para todos os erros e defeitos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tive tantos medos que o medo me levou a perdê -los.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Eu hoje, tenho medo do medo. Muito medo do medo. Medo de repetir esta palavra até ela perder o significado. Medo, medo. Tenho medo de ti , medo. Tenho medo que me afastes da realidade, dos que me são a realidade. Tenho medo que acabes com o que me faz feliz, tenho medo de ti, mas tenho ainda mais medo de perder os medos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Isso significaria que o vício da rotina me fez habituar a eles, e não, não me estaria a afastar deles mas sim a acumulá - los dentro de uma alma , que só por si já tem medo de não ter quem a conforte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O teu perfume invade - me o olfacto, o teu toque arrepia - me mesmo quando estás longe. Tenho medo , tenho medo de ter saudades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2831258068115065300?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2831258068115065300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2831258068115065300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2831258068115065300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2831258068115065300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/07/j-tive-medo-do-tempo.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-6715138385323155829</id><published>2008-07-03T06:26:00.001-07:00</published><updated>2008-07-03T06:38:49.126-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegaste a casa ás horas que bem te apeteceu. Já havia desistido dos cafés, dos chás, da música, dos livros. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Experimentei&lt;/span&gt; de tudo, só queria ver - te chegar.&lt;br /&gt;Esperei quase cinco eternidades e não vinhas. Não me cansei a imaginar o que farias há tantas horas, inocentemente criei desculpas que te desculpassem a ti. Só a ti , porque desde há imensas eternidades eras só tu que me interessavas.&lt;br /&gt;Acordei com o barulho dos teus passos, as tuas sapatilhas estavam cansadas dos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;quilómetros&lt;/span&gt;, das ruas e do resto. Fechei os olhos, e fingi dormir. Deste - me o beijo terno de sempre, que me fez perdoar - te as horas de um quase-sono no sofá. O chão estava repleto de chávenas, bolachas, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;CD&lt;/span&gt;'s e o livro espalhado. Não me questionaste, nem muito menos eu a ti. Pegaste - me no colo, como se fosse uma criança. Deitaste - me do teu lado, e pousei a minha cabeça no teu peito : - " Onde foste , amor ? "&lt;br /&gt;- " Fui provar - me a mim mesmo que não sei viver sem ti. Fui ter saudades tuas, para poder jurar - te agora que te amo ". - " Mas já não tinhas essa certeza? " - " Sempre tive, mas agora tenho com ainda mais força , meu anjo. Obrigada por existires . " - " Não queiras sentir saudades de novo, pensei que não vinhas ".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-6715138385323155829?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/6715138385323155829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=6715138385323155829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6715138385323155829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6715138385323155829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/07/chegaste-casa-s-horas-que-bem-te.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7400549761122464781</id><published>2008-07-02T12:06:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T12:07:17.826-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Surpreende - me a vossa capacidade de desvalorizar sentimentos ( que aos vossos olhos não passam de umas coisas típicas da adolescência ) . &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Fazem&lt;/span&gt; 'disso' algo tão pouco considerável que me leva a questionar - me a mim mesma se nunca o sentiram (?!) .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Nunca pedi para me levarem como ' grande ', à vossa imagem, mas não subestimem a força de um amor, e muito menos a minha tão por vós conhecida, austeridade de carácter.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;!-- google_ad_section_end --&gt;&lt;!-- google_ad_section_start(weight=ignore) --&gt; &lt;!-- Creative for 300 x 250 format --&gt;               &lt;/div&gt;&lt;script type="text/javascript" language="Javascript"&gt; &lt;!-- google_ad_channel = "Portugal_300x250"; google_language = "en"; google_ad_client = "ca-fotolog_eu_js"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; google_ad_format = "300x250_as"; google_ad_type = "flash,image,text"; google_safe = "medium"; google_color_border = "000000"; google_color_bg = "000000"; google_color_link = "FFFFFF"; google_color_url = "FFFFFF"; google_color_text = "FFFFFF"; //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7400549761122464781?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7400549761122464781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7400549761122464781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7400549761122464781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7400549761122464781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/07/surpreende-me-vossa-capacidade-de.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8560933920102625463</id><published>2008-06-13T07:16:00.001-07:00</published><updated>2008-06-13T07:17:31.132-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_p55D0-9g8SA/SFKBZ2x2LAI/AAAAAAAAABw/8iK53msGX3I/s1600-h/juliiita%2Bft.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_p55D0-9g8SA/SFKBZ2x2LAI/AAAAAAAAABw/8iK53msGX3I/s320/juliiita%2Bft.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211370000022383618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;No final do concerto, achamos que faltava agradecer a quem mais nos apoiou, então fizêmo-lo, da maneira que pensamos ter sido, talvez mais emocionante - dizem :&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;Se hoje foi possível, se ao longo do ano todos os projectos foram conseguidos, tudo isso dependeu da confiança que alguém muito importante em nós depositou.&lt;br /&gt;Alguém com um sentido de responsabilidade muito maior do que qualquer outra pessoa, alguém que olha com mistério e simultaneamente com uma ternura que só a ela lhe pertence. Alguém que tem certezas convictas de tudo, alguém demasiado transparente sem qualquer tipo de máscara ou farsa. Sem medo da frontalidade, sem medo da verdade nua e crua tal como é.&lt;br /&gt;Da parte de todos, existe para com essa pessoa muito mais do que carinho e respeito, há uma espécie de legenda que a nós nos diz que é o exemplo que todos devemos seguir. É o sorriso e a gargalhada no momento certo, é a expressão severa quando essa é necessária. Mas mais do que tudo é o apoio incondicional, a preocupação com qualquer um dos nossos sorrisos quando parecem apagados, a palavra amiga, o conforto no segundo em que ele é preciso.&lt;br /&gt;Sabemos todos que do seu lado somos capazes de muito, pela força que nos transmite, pelo empenho que faz com que seja maior do que nós mesmos. Do seu lado o Mundo não é tão grande como parece, nós mesmos, unidos como nos conheceu, podemos chegar onde quisermos, professora Júlia.&lt;br /&gt;Exactamente como o tempo nos fez crescer, a professora fez – nos aprender a ver a vida lá fora de uma forma bem mais realista, mas ao mesmo tempo sem nos querer desprender dos sonhos inocentes que ainda os temos. Alerta – nos para aquilo que não queremos encontrar no futuro, mas dá-nos asas para irmos em frente com o que planeamos, parece ser &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;possível&lt;/span&gt; alcançar tudo o que imaginamos algures, quando ainda &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;tínhamos&lt;/span&gt; o tempo todo para sermos apenas crianças.&lt;br /&gt;Sei e sabemos todos que iremos encontrar barreiras bem altas, ás quais teremos de trepar até conseguir avançar e alcançar o outro lado, mas até isso parece estar já quase superado. Há forças demasiado fortes ( que até merecem todas as repetições anafóricas possíveis) , que nos fazem acreditar no céu, e que o caminho para lá é e será duro e árduo, mas com responsabilidade, empenho e um sorriso, pode ser verdade, pode tudo, podemos tudo. E se somos capazes de idealizar um amanhã assim, é porque ao longo das nossas ainda pequenas vidas, nos traçamos com pessoas de verdade, sem medo ou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;preconceito&lt;/span&gt; de assumir o que sentem. Pessoas que acreditaram em nós, pessoas que souberam mostrar-nos o caminho certo. Uma delas, professora Júlia, é você. Agradecemos-lhe muito mais do que dois anos de ensino, agradecemos a sua presença constante e permanente nas nossas vidas, o apoio, confiança e carinho. Os sonhos e projectos possíveis, as aulas ditas perdidas pelos sermões e lições de vida, aulas estas que ficaram e ficarão presentes.&lt;br /&gt;Não somos perfeitos, nem a professora é perfeição. Somos apenas pequenos seres dispostos a seguir o exemplo de alguém bem grande.&lt;br /&gt;Obrigada ,por acreditar em cada sonho nosso traçado. Obrigada por nos dar a mão quando parecemos desamparados, obrigada por &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;impor&lt;/span&gt; o respeito que é e será seu, obrigada por hoje e por ontem. Amanhã estaremos maiores um bocadinho, mas teremos sempre em mente tudo o que durante dois anos se passou, daí estarmos sempre no lugar de sempre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;Até sempre, até amanhã professora Júlia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filipa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8560933920102625463?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8560933920102625463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8560933920102625463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8560933920102625463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8560933920102625463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/06/no-final-do-concerto-achamos-que.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_p55D0-9g8SA/SFKBZ2x2LAI/AAAAAAAAABw/8iK53msGX3I/s72-c/juliiita%2Bft.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8927102686371874951</id><published>2008-05-31T03:32:00.000-07:00</published><updated>2008-05-31T03:57:06.926-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deixei o meu corpo escorregar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt; dele mesmo e deparei - me imóvel no chão. Um cobertor enrolado em meu redor para me aquecer a alma. Uma música de fundo que não parou de se repetir, eu própria não parei de repetir os meus gestos obsessivos e loucos, pelo medo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Nem palavras, nem cores. Nem vida nem nada. Estava tudo evacuado de tudo, e o nada estava ainda mais cheio de nada do que aquilo que era normal. O ar era sarcástico e irreversível. Sem soluções nem respostas em canto nenhum. As paredes pararam com o sussurro mesquinho e nada se importava com aquele relevo de quase ninguém , embrulhado num cobertor bonito, mas sem qualquer rumo, ou deriva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Eu também não queria atenção, queria mesmo estar sozinha e parecer indiferente uma vez na vida. Estava só à espera da única alma que me poderia aquecer o corpo. E o coração. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Eu esperei. E a música já se mostrava cansada de tanta repetição. Pedi desculpas a mim mesma pelo meu tenebroso orgulho , pela minha insistida frieza. Implorei - me  a  mim e ao tempo . A mim para me perdoar , ao tempo para voltar atrás. De nada valeu. Nem uma nem outra, nem eu mesmo estava a meu favor, quanto mais o tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Não me movia , mas movia - se o meu corpo. A música não se calava e o " true " da letra dava cabo de mim sempre que cantado. Acho que estava desesperada com tanta espera, mas esperei até à exaustão. ( Nem sequer pus a hipótese de noutro canto qualquer estarem à espera , da mesmo forma que eu. )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Fui egoísta , tal como sempre. Até comigo mesmo o fui, mas não me condeno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tentei abstrair - me das horas, do irritante e insuportável tic-tac do enorme relógio. Este tempo não tem tempo para ninguém. " cause my &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: monospace;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,serif;"&gt;he&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;art keeps falling faster&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt; " , esta melodia extremamente bonita não se cansa de me fazer olhar para a realidade ( ainda bem ).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Acho que comecei a sentir - me fraca , sentir - me quase ninguém. Fui tão cobarde que tive medo de aceitar a verdade, de ir ao encontro dela. Mas continuo, continuo à espera. É muito mais forte do que eu, é , foi e sempre será.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Ninguém me trouxe respostas, ninguém me trouxe sorrisos, ninguém levou as minhas lágrimas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;    Continuo a esperar, a problemática da questão é que o tempo não espera, e por mim não vai ser excepção, acerto com muita certeza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8927102686371874951?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8927102686371874951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8927102686371874951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8927102686371874951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8927102686371874951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/05/deixei-o-meu-corpo-escorregar-dele.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5729548824807309978</id><published>2008-05-31T03:11:00.000-07:00</published><updated>2008-05-31T03:13:19.583-07:00</updated><title type='text'>quais juras, qual quê ?!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na maioria e triste das vezes, é utilizada a promessa " sempre " completamente em vão. Sem noção das implicações ou consequências até. Quem diz sempre é como quem diz nunca, ou o diz com a convicção de que o é mesmo, ou então não passa de qualquer pessoa que acha por bom tom prometer algo irrealizável.&lt;br /&gt;Pena, tenho. Não dos que são iludidos, mas sim dos que iludem - esses vão acabar por ser iludidos e entram assim num ciclo vicioso imparável, incontrolável e insuportável. Repetitivos , inocentes , perversos.&lt;br /&gt;Deixa estar se não te achas capaz de tornar real o que vais dizer, cala-te e fala - me antes de hoje e de ontem . Não jures a felicidade do amanhã se nem dela tens a certeza. Deixa estar, sou feliz na mesma, é importante que ames hoje, um pouco ou não à deriva e à procura da resposta daquilo que o futuro possa trazer, mas deixa. Se amas, ama com verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5729548824807309978?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5729548824807309978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5729548824807309978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5729548824807309978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5729548824807309978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/05/quais-juras-qual-qu.html' title='quais juras, qual quê ?!'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-6880189532446218125</id><published>2008-05-16T12:37:00.003-07:00</published><updated>2008-05-16T12:37:52.654-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="300" height="80"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/ljAWbNJl-g/aus=false/"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/ljAWbNJl-g/aus=false/" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="110" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-6880189532446218125?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/6880189532446218125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=6880189532446218125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6880189532446218125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6880189532446218125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/05/blog-post_16.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5430815744793680604</id><published>2008-05-16T12:37:00.001-07:00</published><updated>2008-05-16T12:37:51.615-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="300" height="80"&gt;&lt;param name="movie" value="http://media.imeem.com/m/ljAWbNJl-g/aus=false/"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://media.imeem.com/m/ljAWbNJl-g/aus=false/" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="110" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8886036211671381536</id><published>2008-05-07T10:31:00.000-07:00</published><updated>2008-05-07T10:34:43.203-07:00</updated><title type='text'>conceitos e definições.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_p55D0-9g8SA/SCHn88ToOcI/AAAAAAAAABo/DMkbNMmktVk/s1600-h/banco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_p55D0-9g8SA/SCHn88ToOcI/AAAAAAAAABo/DMkbNMmktVk/s320/banco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197690479128885698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em pequenos grandes momentos de ausência tua, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;reflicto&lt;/span&gt; e penso o bom que seria ter-te do meu lado, pelos pequenos gestos, pelas pequenas palavras.&lt;br /&gt;Fico à espera, sem saber porquê nem para quê. As pessoas vão passando e a minha ânsia permanece. Há um desejo único: ver-te chegar, com um sorriso de vontade e traçadas no teu rosto linhas curvas, rectas ou circulares que definam uma expressão feliz.&lt;br /&gt;Espero um tempo que dentro de mim é indeterminado e até incondicional. Não é obrigação nem hábito, é querer, é persistência, é certeza. Certeza essa que me dá ainda mais certeza de que és tu, mais do que outro alguém.&lt;br /&gt;No fundo eu sei que vais aparecer, mas se assim não fosse eu ia esperar-te na mesma. Ia ver-te sorrir, mesmo que não fosse para mim, ia esperar como esperei e espero, mesmo que não houvesse um final feliz.&lt;br /&gt;E faço - o não por mim, nem por ti. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Faço&lt;/span&gt; - o por algo que me consome as forças, algo maior do que eu, algo mais forte e emotivo. Algo que me faz querer mais e mais, é algo. Uns definem-no, eu não.&lt;br /&gt;É uma questão de conceitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8886036211671381536?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8886036211671381536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8886036211671381536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8886036211671381536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8886036211671381536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/05/conceitos-e-definies.html' title='conceitos e definições.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_p55D0-9g8SA/SCHn88ToOcI/AAAAAAAAABo/DMkbNMmktVk/s72-c/banco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5052490028522671468</id><published>2008-05-03T06:25:00.000-07:00</published><updated>2008-05-03T06:26:24.413-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Os meus passos sucedem - se, um a seguir ao outro, sem rumo, sem vontade, sem objectivos traçados. Vou onde os meus pés quiserem, vou sem me apetecer, vou mas quero voltar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Generalizo as pessoas e vejo - as iguais, viciadas em tendências e farsas. Escondem sorrisos já viciados e riem para darem a entender qualquer coisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt; Só há uma vontade que vale pelo resto - é saber que apôs abrir a porta vai lá estar o único &lt;b&gt; alguém &lt;/b&gt; de braços abertos, com um sorrisos gigante e com o eterno objectivo de me fazer feliz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt; À nossa volta há o resto , e eles até são mais, mas valem menos do que nada : escondem - se da verdade, mas acabam por se deparar com a mentira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5052490028522671468?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5052490028522671468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5052490028522671468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5052490028522671468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5052490028522671468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/05/os-meus-passos-sucedem-se-um-seguir-ao.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8121081916604257280</id><published>2008-03-18T07:19:00.000-07:00</published><updated>2008-03-18T09:22:40.907-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Há um brilho conquistador reservado em cada pedaço de alma. Em cada minuto perdido, em cada lágrima, em cada sorriso. Em cada aperto da saudade  há uma sombra que se esconde dela mesma. E então as palavras cruzam - se, os sorrisos confundem - se. A música cala - se, as pessoas deixam de saber. A perfeição acaba de vez e não há ninguém que seja suficientemente importante para fazer o Mundo viver de novo.&lt;br /&gt;Num dia, perdido e sem qualquer tipo de identificação, esperei pelo que prometeste. Sentada num banco perdido de nada, estava eu, alucinada com a esperança de um sorriso apaixonado. Esperei que viesses, esperei um beijo, esperei a tua presença. Os minutos pareciam não passar, mas esperei. Esperei por tudo o que prometemos, esperei pelas palavras que sempre citaste. Esperei pelos momentos, esperei por ti, como se fosses a única vida presente à minha volta.Não deixei que os segundos arruinassem o quer que fosse, esperei mais e mais. Esperei pelo brilho dos teus olhos, esperei que viesses. Esperei, estática e imóvel , sentada num lugar que nunca ninguém viu. Sem desistir, sem perder de vista o sonho, os planos e o suposto futuro ,deixei cair a lágrima mais profunda de todas, deixei que a saudade inundasse tudo o que é meu. Deixei de acreditar que viesses. Por breves mas enormes segundos acreditei que fosses apenas loucura minha, criada por mim e para mim. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Pus&lt;/span&gt; em causa cada passo, cada resto que é meu e teu, ou talvez não fosse. Foi mais do que medo, foi sentir ali a sensação do que é não te ter na minha vida. O banco deixou de existir, estava perdida algures num lugar desconhecido dele mesmo. Não passou ninguém, nem tu chegaste. Nunca mais.&lt;br /&gt;Acordei com medo, acordei sem vontade de acordar. Acordei por acordar , acordei porque estava na hora de parar com a estupidez da imaginação. Levantei - me e vi o teu incondicional sorriso estampado em todos os bocados de mim. És real, existes e não és apenas loucura.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8121081916604257280?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8121081916604257280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8121081916604257280' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8121081916604257280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8121081916604257280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/03/h-um-brilho-conquistador-reservado-em.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2831387333625950168</id><published>2008-02-27T07:08:00.000-08:00</published><updated>2008-02-27T07:10:05.742-08:00</updated><title type='text'>um  lugar qualquer.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Olho à minha volta. Perco - me na distância tão enorme daquilo que eu conheço. Desconcentro - me no silêncio destas ruelas abandonadas e esquecidas. Falo-lhes de mim, conto - lhes o segredo do meu coração. Elas desprezam - me mais do que ninguém , e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;então&lt;/span&gt; repito . Grito a estas ruas e caminhos a apodrecer, perdidas numa escuridão tão fria, tão húmida a importância de ser pessoa, da necessidade de ir ao encontro daquilo que parece assustador . Berro, porque não foi este o sítio que idealizei naquela noite de sonhos em lugares desabitados de amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2831387333625950168?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2831387333625950168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2831387333625950168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2831387333625950168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2831387333625950168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/02/um-lugar-qualquer.html' title='um  lugar qualquer.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2507465962558221888</id><published>2008-02-23T02:21:00.000-08:00</published><updated>2008-02-23T02:25:01.172-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;São seis da tarde. Caminho sozinha por ruas que piso constantemente. Sempre que por aqui passo , ausento - me do mundo ou ausento - me das pessoas. Sempre que olho para isto, para estas casas velhas e estragadas, para esta estrada limpa pela falta de quem por cá passe, olho para estes pequenos metros e estou - me a sentir individualista: passa - me tudo pela cabeça. Esta estrada tem um cheiro que é dela, e tem uma obscuridade que não devem entender. Tenho medo de passar aqui, daí os meus passos apressados, a minha respiração &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;silenciosa&lt;/span&gt; e o coração limitado ao silêncio &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;amedontrado&lt;/span&gt;. As velhinhas passam e esperam que lhes diga 'olá'. Esqueça minha senhora, não a conheço e não quero saber se vai achar que sou mal educada. Não falo , não ouço, não vejo. Esqueço - me deles, delas. Passo por um grupo de outras velhinhas que me olham de cima a baixo - elas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;não&lt;/span&gt; me conhecem. Nunca conheceram. Vivem aqui ao lado e depois?! Não me viram a nascer, nem a jogar à bola , nem a andar ás cavalitas do meu pai. Não viram a minha vida a passar, não me viram a comer gelados e a babar - me por chocolates. Não me viram a fazer birras, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;não&lt;/span&gt; me viram de mão dada aos meus pais. Porque motivo teria de sorrir para elas ? Sim , eu sei que lhes dei motivo para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;cusquice&lt;/span&gt; durante uma semana, vão dizer que a minha família é aquilo e não sei que mais, mas não são só elas, há quem o faça , e nem um 'Olá' espere.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Continuei. Esta estrada &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;parece&lt;/span&gt; eterna , e eu tenho tanto medo de não sair daqui. Estou sozinha , sou nada. Sou ninguém. Passo por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;milhentas&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;campainhas&lt;/span&gt;, e como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;flash&lt;/span&gt; lembro - me : ia ser altamente tocar e ir a correr para não me verem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;- Por favor, porque é que iria fazer isso ? Só o faço quando estou com os meus amigos, não há qualquer motivo para o repetir. Passei por mais umas quantas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;campainhas&lt;/span&gt; e nem olhei mais para elas, passei serenamente e continuei com os meus &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;acelerados&lt;/span&gt; passos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Vivi a ideia de que o Mundo pudesse aqui acabar. Deixando - me sozinha, sem nada, deixando - me ninguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Cheguei a casa, como se um rumo marcado. Não pensei se viria ou não, mas vim &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;instintamente&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2507465962558221888?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2507465962558221888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2507465962558221888' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2507465962558221888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2507465962558221888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/02/so-seis-da-tarde.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-1156241749168094451</id><published>2008-02-21T09:06:00.001-08:00</published><updated>2008-02-22T13:42:36.663-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='porto'/><title type='text'>Porto.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R72wDvJxUkI/AAAAAAAAABU/SaJml2_kLvI/s1600-h/Porto+20.02.2008+092.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R72wDvJxUkI/AAAAAAAAABU/SaJml2_kLvI/s320/Porto+20.02.2008+092.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169481525534741058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;É o Porto. O tão bonito Porto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;São as suas ruelas perdidas sem qualquer rumo que me fascinam. A pobreza que se vê a olho nu, mas que de tão caracteristíca, se torna até, bonita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;As varandas a caírem de tão degradadas, as velhinhas a porem uma imensidão de roupas velhas a secar à janela, sem querer saber se aquilo vai ou não transmitir - nos uma imagem duma cidade estragada e viciada naquela imagem. E nunca a pobreza foi bonita de se fotografar, daí o carisma do nosso Porto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Os velhinhos sentados em bancos a ler o jornal, outros , iludidos pela " alegria " do vinho, dão cambalhotas. Se caír ao rio, caíu. Os autocarros formam trânsito , os carros apitam, o rio fica calmo. Empresários vem à rua fumar o cigarro que o proibíram dentro do escritório, senhores e senhoras perdidos na esperança de deixar de serem pobres tentam vender a quem passa a maior variedade de relógios, ouros e "porcarias" que o são mesmo. O rio continua calmo. A vida corre , o relógio não pára. Eles riem elas observam. O rio está e estará calmo. ( É a alma que a água transmite .) É a beleza das situações que não se preocupam em ser ou não bonitas ( até pelo contrário ) . É a beleza natural, ou por ser antiga, por ser fascinante. Ou então vai dependendo dos olhos de cada um. A meu ver, é o fascinio das simples mas mais do que bonitas imagens ( tal como a flor , do outro post . )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-1156241749168094451?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/1156241749168094451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=1156241749168094451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1156241749168094451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1156241749168094451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/02/porto.html' title='Porto.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R72wDvJxUkI/AAAAAAAAABU/SaJml2_kLvI/s72-c/Porto+20.02.2008+092.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2357357280309512729</id><published>2008-02-09T12:22:00.001-08:00</published><updated>2008-02-09T12:24:17.726-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R64L4vJxUjI/AAAAAAAAABM/afkJfAosLpI/s1600-h/Lisbon+%2708+011.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R64L4vJxUjI/AAAAAAAAABM/afkJfAosLpI/s320/Lisbon+%2708+011.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165078891998564914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os mais bonitos momentos das nossas vidas, não se caracterizam pelo local, pelo odor ou pelo som serem igualmente agradáveis. O bonito é tão subjectivo e irracional que a maneira mais bonita de pensar é que bonita é a vida. Bonitas não são as pessoas, porque muitas delas preocupam - se demasiado em serem , bonitas. Bonitas são as palavras, as cores, o céu, o sol e a chuva. Bonito é acordar e saber &lt;b&gt; que sou feliz &lt;/b&gt; . Bonitas são as mínimas e ignoradas partes pequeninas da vida, como uma pequena flor. Pequena que só pela sua inocência agravantemente bonita se torna bem maior do que qualquer um de nós. Aquela coisinha com umas pétalas robustas de encantamento nunca se preocuparam se eram ou não, bonitas. E é por isso que o são, sendo - o ou não, são bonitas. São porque são, brancas, azuis ou amarelas, são flores, são sinónimo de vida , e como não podia deixar de ser, de beleza.&lt;br /&gt;Se pensarmos , somos todos seres horríveis que nos desgastamos a olhar para o espelho para agradar os outros. A felicidade dos outros incomoda ( lhes ) ,a vida que levamos não é digna de ser vida. Vida é viver sem saber, sem conhecer. Vida é inocentemente embelezar o olhar de outro alguém sem se dar conta, vida é ser - se bonito sem intenção. Vida é ser , como uma pequena mas &lt;b&gt; bonita flor &lt;/b&gt; .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;!-- google_ad_section_end --&gt;&lt;!-- google_ad_section_start(weight=ignore) --&gt; &lt;!-- Creative for 300 x 250 format --&gt;       &lt;script type="text/javascript" language="Javascript"&gt; &lt;!-- google_ad_channel = "Portugal300x250"; google_language = "en"; google_ad_client = "ca-fotolog_eu_js"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; google_ad_format = "300x250_as"; google_ad_type = "flash,image,text"; google_safe = "medium"; google_color_border = "000000"; google_color_bg = "000000"; google_color_link = "FFFFFF"; google_color_url = "FFFFFF"; google_color_text = "FFFFFF"; //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2357357280309512729?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2357357280309512729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2357357280309512729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2357357280309512729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2357357280309512729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/02/os-mais-bonitos-momentos-das-nossas.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R64L4vJxUjI/AAAAAAAAABM/afkJfAosLpI/s72-c/Lisbon+%2708+011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7394345079060617090</id><published>2008-01-25T13:06:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T13:10:54.792-08:00</updated><title type='text'>Quem é? Tu, ou alguém que se esconde atrás de ti?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R5pP5R2-cCI/AAAAAAAAABE/MBHAEdtgimY/s1600-h/escondidas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R5pP5R2-cCI/AAAAAAAAABE/MBHAEdtgimY/s320/escondidas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159524168571449378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É como jogar ás escondidas. Mas em vez de se esconderem por detrás de uma árvore do recreio da escola, tapam - se e fingem ser quem não são.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;  Todas sentimos um bocado essa necessidade, faz - nos bem a nós e aos outros que olham. Maquilhagens, ou farsas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Desde pequeninas que pegamos nos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;batons&lt;/span&gt; das mães e das avós e fazemos as maiores parvoíces ( eu por acaso sempre preferi jogar à bola e fazer corridas de carros, mas podia ter sido de maneira diferente, talvez venha daqui a minha &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;incompreensão&lt;/span&gt; ), &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;sonhávamos&lt;/span&gt; ser grandes e poder pintar os olhos , ficar bonitas para os nossos namorados ( que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;pensávamos&lt;/span&gt; ser tal como os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Kens&lt;/span&gt; das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Barbies&lt;/span&gt; ) nos acharem as mais bonitas do Mundo. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Inocência&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: trebuchet ms;"&gt; bonita inocência . &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; Mas a verdade é que faz parte do ser - se mulher, e nenhuma de nós se escapa à situação. Base para disfarçar a borbulha gigante que anda a li a irritar, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;eye&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;liner&lt;/span&gt; para qualquer coisa, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;lip&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;gloss&lt;/span&gt; para ridicularizar um bocadinho mais, sombrinha para combinar com a roupa e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;estamos&lt;/span&gt; prontas para parecermos que não somos, é muito mais fácil assim. O pior é a água. Ela acaba sempre por chamar a verdade e a borbulha vai estar multiplicada em dez, os olhos vão ficar com a marca daquele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;risquinho&lt;/span&gt; durante um bom tempo e entretanto o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;lip&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;gloss&lt;/span&gt; saí muito antes de se chegar à parte da água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Até a parva da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Barbie&lt;/span&gt; sem aquela maquilhagem ficaria feia (ou menos bonita) ,mas o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Ken&lt;/span&gt; ia gostar dela na mesma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Farsa ou não, são estas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;piroseiras&lt;/span&gt; todas que nos prendem ao espelho durante horas quando nos arranjamos não para alguém em especial mas apenas , para o espelho. Mas é o espelho também que está lá quando nos vemos livres daquela amontoação de produtos rascas. E nessa altura o tal " espelho meu , espelho meu " não vira as costas, fica lá ( não fosse ele um objecto inanimado ). Se eu não gosto de mim com um monte de água fria, com olheiras e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;borbulhas&lt;/span&gt; de vez me quando, também não gosto quando me encho de porcarias para sair. E se eu não gostar, não permito que os outros gostem. E como eu não quero viver como se um jogo das escondidas, sou eu. Só eu. Posso é não ser bem uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Barbie&lt;/span&gt;, mas o meu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Ken&lt;/span&gt; gosta de mim na mesma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E o resto?! a mim pouco me importa. Aceito - me com a cara lavada de farsas, de mentiras, e de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;preconceitos&lt;/span&gt;. É, a porcaria dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;batons&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;sombrinhas&lt;/span&gt; e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;eye&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;liners&lt;/span&gt; fazem parte de um ciclo vicioso, mas reforço a ideia de que vivo bem sem esse tipo de " escapadelas-à-realidade-que-nos-tocam-a-todas".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;ken&lt;/span&gt; de que falava, é bem mais do que um boneco. Estava só a fazer uma comparação com o &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: trebuchet ms;"&gt; amor da minha vida &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; . E é dele que falo quando digo que independentemente das olheiras ou &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;borbulhas&lt;/span&gt; ou que for, ele vai estar do meu lado, como &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: trebuchet ms;"&gt; sempre &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; , a fazer - me sentir a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Barbie&lt;/span&gt;, ou a rapariga mais feliz do Mundo, &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: trebuchet ms;"&gt; incondicionalmente &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; . O amor é um bocadinho isto ♥ ou isto é só um bocadinho daquilo que é o amor .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;!-- google_ad_section_end --&gt;&lt;!-- google_ad_section_start(weight=ignore) --&gt; &lt;!-- Creative for 300 x 250 format --&gt;       &lt;script type="text/javascript" language="Javascript"&gt; &lt;!-- google_ad_channel = "Portugal300x250"; google_language = "pt"; google_ad_client = "ca-fotolog_intl_js"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; google_ad_format = "300x250_as"; google_ad_type = "flash,image,text"; google_safe = "medium"; google_color_border = "000000"; google_color_bg = "000000"; google_color_link = "FFFFFF"; google_color_url = "FFFFFF"; google_color_text = "FFFFFF"; //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7394345079060617090?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7394345079060617090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7394345079060617090' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7394345079060617090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7394345079060617090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/01/como-jogar-s-escondidas.html' title='Quem é? Tu, ou alguém que se esconde atrás de ti?'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R5pP5R2-cCI/AAAAAAAAABE/MBHAEdtgimY/s72-c/escondidas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5324880180229880733</id><published>2008-01-25T12:48:00.000-08:00</published><updated>2008-01-25T13:06:03.925-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Não basta ser, para muitos é preciso parecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;E ser não é querer assumir - se perante alguém, ser não é ser admirado nem adorado. Ser não é ter muitas pessoas que saibam o meu nome, ser é ter a capacidade de ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;E a quem o diz fácil, ou a quem nem pensa se o é ou não, é porque não o é. Ou então é porque gasta demasiado do seu tempo a querer ser, mas a querer ser quem não é. E isso não é ser, é parecer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Não é preciso parecer para ser, não são precisas máscaras. Não são precisas farsas nem falsas palavras. Não é preciso imitar, não é preciso copiar. Não é preciso gritar para que reparem na nossa existência. Quem é, é simplesmente. É porque sempre foi, não quis ser. É porque não se preocupa com aquilo que parece, é e sabe quem e como é. E ser não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;grandiosidade&lt;/span&gt; nenhuma, não há prémio &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Nobel&lt;/span&gt; para quem é por simplesmente o ser, não há &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Óscar&lt;/span&gt; , nem aplausos. Mas há a enormíssima sensação de ser que pertence a cada alguém de maneira diferente.  Isso pode não ser ser, mas parecer é que não é. E a compensação está aí mesmo, posso não ser grande, mas sinto - me assim apenas por saber que não pareço. Sou, e por menos que seja, sou. Sou , sou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5324880180229880733?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5324880180229880733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5324880180229880733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5324880180229880733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5324880180229880733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/01/no-basta-ser-para-muitos-preciso.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-970286349191246188</id><published>2008-01-07T12:41:00.000-08:00</published><updated>2008-01-07T12:45:23.312-08:00</updated><title type='text'>2007</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R4KPVpKVdKI/AAAAAAAAAA8/D2NDQE8NGbY/s1600-h/Untitled+5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R4KPVpKVdKI/AAAAAAAAAA8/D2NDQE8NGbY/s320/Untitled+5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152838525654496418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nunca é nem será tarde demais para recordar o nosso 2007.&lt;br /&gt;Para os que acreditam, talvez pelo sete no final. Para os outros, ou um ano como tantos, ou então a marca do destino.&lt;br /&gt;O que é certo, é que acreditando ou não em números da sorte, e na sorte em si, este foi um ano de aprendizagens, de amores, de amizades. Foi um ano de vida, um ano de crescimentos, um ano de revelações, um ano completo; do bom , do mal e do'mais ou menos' .&lt;br /&gt;Houveram vezes em que apeteceu desistir, outras que achei que o meu coração não aguentaria mais de alegria. Foi um ano cheio de juventude, cheio daquilo que gostamos, e do que não queríamos ter passado. Até aí, até nisso eu digo, Obrigada. Aos que estiveram, aos que não estiveram. A Deus , ao destino. A quem destinou tudo ( eu acredito no destino. )&lt;br /&gt;Corri, saltei, ri , chorei, abracei, beijei, escrevi, li, disse, pensei, guardei, calei, amei, quis, ganhei, perdi,ouvi, cantei, gritei, agradeci, vivi. Vivi um ano que não foi como outros tantos, e acho que com o passar dos anos deixa - se de querer comer as doze passas, deixa - se de acreditar nos 12 desejos à meia noite do dia 31. Deixa - se que sonhar com sorte. Eu, pelo menos eu, aprendi que a sorte ou o azar estão há muito tempo definidos e a nós ( que afinal somos só pessoas no meio de Mundos dentro de um Mundo ) resta tentar construir e reconstruir não a sorte, mas a felicidade.&lt;br /&gt;Mas muito do que foi o meu 2007 eu escrevi. Em folhas velhas que provavelmente estarão bem longe, escrevi no coração, na mente. Escrevi para muitos, escrevi para mim. Escrevi por necessidade de expressão, escrevi por prazer. Escrevi. Escrevi porque nesse acto encontrei definições incompreensíveis, inexplicáveis. Escrevi porque ao fazê - lo senti - me realmente bem. Escrevi não para agradar, escrevi não para me assumir. Escrevi por escrever até entender que podia passar para o papel as maiores barbaridades, mas até sabendo disso escrevi. As letras, as palavras, as vírgulas, eram e são soluções que eu nunca pensei o serem. É uma sensação de liberdade, de independência de sentimentos , mas em contra partida uma dependência única do teclado, da caneta, do papel. Duma folha velha e rasgada, dum lápis sem bico. É uma magia que eu não sei definir. Mas magia magia teve o velhinho , gasto e tão bem relembrado 2007.&lt;br /&gt;Para este 2008 que já pisamos ( com ou não o pé direito ), não tenho grandes expectativas. Só quero continuar a correr, a saltar , a rir, a chorar , a abraçar, a beijar. A escrever, a ler, a pensar, a guardar, a calar. A amar a querer, a ganhar, a perder a ouvir e a cantar, a gritar, a agradecer e a viver. Quero muito continuar a ter a minha liberdade de expressar no primeiro papel que aparecer tudo o que eu não sei dizer, só sentir. Quero ter perto de mim uma caneta ou um lápis, uma folha ou um caderno. Um amigo, um amor. Uma vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-970286349191246188?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/970286349191246188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=970286349191246188' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/970286349191246188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/970286349191246188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/01/2007.html' title='2007'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/R4KPVpKVdKI/AAAAAAAAAA8/D2NDQE8NGbY/s72-c/Untitled+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-3287825744354347593</id><published>2008-01-05T14:26:00.000-08:00</published><updated>2008-01-05T14:38:01.079-08:00</updated><title type='text'>antes fosse.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Estou um bocado farta desta &lt;span style="font-style: italic;"&gt;merda&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Eu disse o que todos os que lá estavam pensaram. Eles calaram - se e disseram as maiores maldades pelas costas. Eu disse - as de frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Os outros agora são os maiores, foram os únicos correctos. Eu fui a única má e desleal. Até me acusaram das maiores barbaridades, daquelas sem qualquer nexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Para a próxima calo - me, penso e comento com alguém. Assim fico bem vista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Antes fossem todos um bocadinho como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Enfim, há situações que se podem repetir 30 vezes que eu vou fazer asneira 31 vezes. É que se ainda fosse para meu bem, o pior é que me ponho em situações estúpidas por pessoas que não merecem coisa nenhuma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;É um bocado a lei da vida, que lei !  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Onde é que se meteram as pessoas racionais?! As pessoas e as atitudes delas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Ai , que sítio tão mau este que nós vivemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Cá eu, vou um bocadinho para o o meu Mundo. Digam o que disserem lá está - se bem melhor, e lá só entra quem eu quero, e tenho tempo para pensar se devo ou não cometer os erros de sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;  Antes fossem todos um bocadinho como&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ele &lt;/span&gt;, repito - o com a mesma força e convicção com que os ponteiros do relógio fazem um tic-tac irritante e irracional, como não podia deixar de ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-3287825744354347593?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/3287825744354347593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=3287825744354347593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/3287825744354347593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/3287825744354347593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2008/01/antes-fosse.html' title='antes fosse.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-4025243794572858771</id><published>2007-12-29T13:31:00.000-08:00</published><updated>2007-12-29T14:04:13.326-08:00</updated><title type='text'>Momentos que ficam.</title><content type='html'>Depois daquele silêncio que me degradou o cérebro, que parou todos os movimentos do mundo e congelou qualquer sentimento , depois de ter lido na forma de como ele olhava tudo e todos , o quanto tinha magoado aquele coração, depois de dizer para mim infinitas frases que me &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;tentassem&lt;/span&gt; desculpar, depois de ter tido a noção de que calar - me era mostrar - lhe o quanto ele tinha razão, nem os olhos nem parte nenhuma do corpo dele eu consegui enfrentar . Eu estava tão ciente de que qualquer palavra que saísse da minha boca seria injusta para com o dor que ele sentia naquele momento que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;preferi&lt;/span&gt; reduzir - me ao tão frustrante silêncio onde todos podiam dizer tudo mas nada significava. Passaram minutos , mas pareceram - me horas sentada ali ao  lado dele, sentir a até raiva que fiz com que nascesse dentro da pessoa mais perfeita que alguma vez poda ter passado na minha vida. Acho que outras pessoas falaram para mim e eu ria - me. Sorria. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Fazia&lt;/span&gt; - lo porque estava tão congelada , tão presa e tão vazia de tudo que um acto como sorrir era vácuo como qualquer caixa velha deixada por aí.&lt;br /&gt;Eu queria tanto agarrar lhe na mão , dizer que não era aquilo que ele pensava e dizer o quanto o amo. Tentei muitas vezes, mas parecia que algo me parava a meio e não tive coragem. É , posso dizer, covardia . Depois de tantos e tão longos minutos, eu desesperava e com as pernas apoiadas nas mãos via imagens &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;horríveis&lt;/span&gt; que quase me deixaram lágrimas a escorrer. " Eu não vou mostrar este lado fraco , eu aguento - me " - pensei.&lt;br /&gt;Olhava para a parede, abanava os pés gritava em silêncio , queria sair dali , confundia - me com os gestos dos outros e as palavras e os rodopios, ele roía as unhas e pela maneira com que abanava os pés parecia estar capaz de destruir meio Mundo.&lt;br /&gt;Passaram longos e longos e longos minutos, mais um. Segundos , segundos , segundos, mais um.&lt;br /&gt;Ele pegou - me na mão e eu senti - me tão perdida e insegura que parecia que era a primeira vez que ele me tocava. Ainda sinto aquele toque suave e ao mesmo tempo incerto. Nem ele sabia o porquê de o fazer. Finalmente ganhei coragem e olhei - o nos olhos, ele sorriu para tentar enganar - se a si mesmo fazendo de conta que não tinha sido nada. Olhamos um bocado um para o outro , ainda com a mão dada ( acho que nunca dei tanto valor a esse gesto como naquele momento) e agora, com a protecção habitual dele , eu sabia que nada podia correr mal. Ele desviou a outra mão e pousou - a na minha cara, fechei os olhos e desejei que tivesse esquecido o que acontecera. Beijou - me da maneira mais bonita de que alguma vez me lembro, continuamos com as mãos juntas com uma força enorme. Passados minutos, olhou - me , e com aquela verdade toda que os seus olhos pequeninos e esverdeados transmitem disse : " Amo - te ".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-4025243794572858771?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/4025243794572858771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=4025243794572858771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/4025243794572858771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/4025243794572858771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/12/momentos-que-ficam.html' title='Momentos que ficam.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8169592333877576488</id><published>2007-12-09T03:56:00.000-08:00</published><updated>2007-12-09T03:58:52.833-08:00</updated><title type='text'>Medo do medo da tua  breve ausência , talvez.</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tive medo de dar um passo, tive medo de falar, tive medo de respirar. Tive medo de não me &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"  style="font-family:arial;"&gt;conhecer&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, mais medo ainda que não me conhecessem. Tive medo da vida, do escuro, das vozes, dos gritos, das palavras ,do silêncio. Tive tanto medo de ter medo. Tive medo de me mover, tive medo que o relógio &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"  style="font-family:arial;"&gt;parasse&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. Tive medo que o mundo &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"  style="font-family:arial;"&gt;acabasse&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. Tive medo de deixar o quer que fosse por dizer. Tive medo da chuva, do céu, do mar , do tempo . Tive medo de me perder, e tive medo de me encontrar. &lt;/span&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"  style="font-family:arial;"&gt;Caíram&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; umas lágrimas, tive medo delas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Só porque te ausentaste durante minutos. Tive medo da tua ausência. Acalmei quando vi que estavas mais presente do que nunca. Mas tive medo .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8169592333877576488?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8169592333877576488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8169592333877576488' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8169592333877576488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8169592333877576488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/12/medo-do-medo-da-tua-breve-ausncia.html' title='Medo do medo da tua  breve ausência , talvez.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-7900251506475792337</id><published>2007-11-26T13:18:00.000-08:00</published><updated>2007-11-26T13:54:15.626-08:00</updated><title type='text'>Admiro a ( vossa ) força , amigos &lt;3 :'</title><content type='html'>&lt;div id="mainphotodescription"&gt; &lt;!-- google_ad_section_start --&gt;     &lt;p&gt;É . Secalhar é mesmo assim a lei da vida. Só damos o verdadeiro valor à nossa existência , aos nossos momentos e ás pessoas de quem gostamos , quando vivemos dias como estes. Talvez não seja tão próximo de mim , mas é o suficiente para criar pensamentos e imagens que assustam, ou apenas amedontram . É , seja o que for eu vi ao meu lado ( não foi bem , realmente não deu para sentir a dor como &lt;b&gt; eles &lt;/b&gt; a sentiram ). A eternidade é de facto , muito. Mas a morte prematura é então, mais do que dura, é injustiça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmã , sei que a ti já disse muito . Mas eu sei que dói muito , talvez não o saiba quanto tu , mas os teus olhos dizem tanto. E tal como dissemos hoje , o teu tio permanecerá com aquele sorriso que dizes habitual , a olhar por ti e pela vossa família.&lt;br /&gt;Rui , não somos propriamente amigos , mas pelas poucas vezes que falamos e que rimos e tudo mais eu sei que és forte. Não imagino sequer a dor e a saudade que sentirás agora, mas o melhor secalhar é pensar que o teu pai estará melhor agora e esteja onde estiver não deixará que nada de mal vos aconteça. Bem , força :'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É , seja destino , Deus ,  vida ou qualquer coisa,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; é injusto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;!-- google_ad_section_end --&gt;    &lt;/div&gt;  &lt;!-- Creative for 300 x 250 format --&gt; &lt;script type="text/javascript" language="Javascript"&gt; &lt;!-- google_ad_channel = "Portugal300x250"; google_language = "pt"; google_ad_client = "ca-fotolog_intl_js"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; google_ad_format = "300x250_as"; google_ad_type = "flash,image,text"; google_safe = "medium"; google_color_border = "000000"; google_color_bg = "000000"; google_color_link = "000000"; google_color_url = "000000"; google_color_text = "000000"; //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-7900251506475792337?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/7900251506475792337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=7900251506475792337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7900251506475792337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/7900251506475792337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/11/admiro-vossa-fora-amigos-3.html' title='Admiro a ( vossa ) força , amigos &lt;3 :&apos;'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2422536273977069893</id><published>2007-11-05T11:57:00.000-08:00</published><updated>2007-11-05T12:05:48.353-08:00</updated><title type='text'>Coisas inconfundíveis que se confundem ( ou não )</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/Ry93Rt2k17I/AAAAAAAAAA0/8CHZ_W5Oq8Q/s1600-h/mar..jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 365px; height: 240px;" src="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/Ry93Rt2k17I/AAAAAAAAAA0/8CHZ_W5Oq8Q/s320/mar..jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129449646848268210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há belezas inconfundíveis que se confundem com a simplicidade delas mesmas. E no meio de tantas e tantas que assim as há, posso sublinhar uma das perfeições da vida: o mar.&lt;br /&gt;Que o é apenas , tal como o mar de há anos e idêntico ao mar de anos futuros que possivelmente virão . É , pode ser água salgada. Simplesmente. Mas é muito mais quando o vemos com olhos de ver, ou de sentir. Digam o que disseram, o mar transmite a maior das calmas, a maior da resolução para o problema que for. E depois é a sua beleza. Que é bem maior do que ele próprio. É a imensidão.&lt;br /&gt;Ainda bem , que cada dia que passa se confirma, que tão belo, puro, perfeito, calmo e protector como o mar há inconfundivelmente &lt;b&gt; alguém &lt;/b&gt; , que não se confunde com ele próprio, mas limita - se a sê - lo . E isso para mim , é a autenticidade. &lt;b&gt; É a tal Vida &lt;/b&gt;. E amá - lo tal como admiro o mar, é para mim, fascinante . ♥&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2422536273977069893?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2422536273977069893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2422536273977069893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2422536273977069893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2422536273977069893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/11/coisas-inconfundveis-que-se-confundem.html' title='Coisas inconfundíveis que se confundem ( ou não )'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/Ry93Rt2k17I/AAAAAAAAAA0/8CHZ_W5Oq8Q/s72-c/mar..jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-869233648676455933</id><published>2007-10-12T09:17:00.001-07:00</published><updated>2007-10-12T09:20:52.239-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É tudo o que eu não sei dizer. Mas é esse tudo tão carregado de imensidão e de palavras para lá do conhecido que me fazem ter certezas sobre aquilo de que afinal , eu sei tão bem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Se não fosse tudo, não haviam sorrisos tão verdadeiros. Nem abraços verdadeiros. Nem gestos. Nem olhares. Nem sentimentos verdadeiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É certo que não sei dizer como é , quanto é ou até porque é. Não sei, simplesmente não sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E ignorante , não me podem chamar. Eu sei, só não sei escrever.Nem dizer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; Sei porque posso vivê - lo todos os dias, sei porque faz parte da &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: georgia;"&gt; ( minha ) &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Não me ensinaram , aprendi. E sei tudo , melhor do que qualquer outra coisa no Universo, eu sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E isto para mim tem uma beleza tão enorme , porque por não saber que sei dizê - lo, fico a saber que o sinto mais do que ninguém. E então , mesmo que apenas eu o perceba, até sem ninguém saber , eu hoje sei que sei escrevê - lo , dizê - lo , senti - lo e abraçá - lo. Sei que para ele , eu não precisava de o saber. Mas sei também , que sabendo que sei, ele saberá então o quanto sei senti - lo, dizê - lo , e acima de tudo , &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: georgia;"&gt; TÊ - LO &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: georgia;"&gt; Sim , és tu o tudo. Tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso. Tudo o que me rodeia , e o tudo que eu amo mais do que outro tudo &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; ♥&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-869233648676455933?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/869233648676455933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=869233648676455933' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/869233648676455933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/869233648676455933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/10/tudo-o-que-eu-no-sei-dizer_12.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5682934144038475397</id><published>2007-10-12T09:17:00.000-07:00</published><updated>2007-10-12T09:18:28.777-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;É tudo o que eu não sei dizer. Mas é esse tudo tão carregado de imensidão e de palavras para lá do conhecido que me fazem ter certezas sobre aquilo de que afinal , eu sei tão bem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Se não fosse tudo, não haviam sorrisos tão verdadeiros. Nem abraços verdadeiros. Nem gestos. Nem olhares. Nem sentimentos verdadeiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;É certo que não sei dizer como é , quanto é ou até porque é. Não sei, simplesmente não sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;E ignorante , não me podem chamar. Eu sei, só não sei escrever.Nem dizer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt; Sei porque posso vivê - lo todos os dias, sei porque faz parte da &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: georgia;"&gt; ( minha ) &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt; vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Não me ensinaram , aprendi. E sei tudo , melhor do que qualquer outra coisa no Universo, eu sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;E isto para mim tem uma beleza tão enorme , porque por não saber que sei dizê - lo, fico a saber que o sinto mais do que ninguém. E então , mesmo que apenas eu o perceba, até sem ninguém saber , eu hoje sei que sei escrevê - lo , dizê - lo , senti - lo e abraçá - lo. Sei que para ele , eu não precisava de o saber. Mas sei também , que sabendo que sei, ele saberá então o quanto sei senti - lo, dizê - lo , e acima de tudo , &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: georgia;"&gt; TÊ - LO &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: georgia;"&gt; Sim , és tu o tudo. Tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso. Tudo o que me rodeia , e o tudo que eu amo mais do que outro tudo &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt; ♥&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5682934144038475397?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5682934144038475397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5682934144038475397' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5682934144038475397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5682934144038475397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/10/tudo-o-que-eu-no-sei-dizer.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-6205058614443356073</id><published>2007-10-04T15:12:00.000-07:00</published><updated>2007-10-05T09:24:31.566-07:00</updated><title type='text'>Conto de fadas.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RwVnjjsEFfI/AAAAAAAAAAs/IfRpuxvLOog/s1600-h/CONTOS+DE+FADAS+-.-.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RwVnjjsEFfI/AAAAAAAAAAs/IfRpuxvLOog/s320/CONTOS+DE+FADAS+-.-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117610412149577202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;Aquilo do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;" Era uma vez ... "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; tem muito que se lhe diga e só hoje é que pensei nisso. Se era , já não é mais. Talvez porque nunca tenha sido, ou então foi e não será de novo. Porque também nunca ninguém me garantiu de que o  " e viveram felizes para sempre"&lt;/span&gt;&lt;i face="courier new"&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; fosse verdade, lá quem escreve a bonita história quando se farta de inventar mete para lá a tal frase e está feito, tiveram muitos filhinhos e a vida deles era tudo aquilo que qualquer criança inocente sonharia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E agora por falar em criança inocente, as saudades de quando os amigos nem precisavam de ser verdadeiros e o Mundo se responsabilizava por todos os actos e as únicas consequências eram um sermãozinho e um " vá , não voltes a fazer " e um olhar de ternura dos pais. É disso que falo , do que já não voltará &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt; nunca mais &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. E se eu hoje sinto saudade , daqui a trinta anos vou estar comida pela rotina e a querer com toda a força voltar aos catorze anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mas voltando aos &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt; contos de fadas &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; , esses são umas parvoices, e sim, de facto conseguem o que têm como objectivo: fazem as miúdas sonhar, e depois elas vão acabar por descobrir que não é tudo cor - de - rosa , e que por mais que dêem pontapés, a abóbora nunca se irá transformar numa linda carroça brilhante, nem sequer vai haver um caçador que abra a barriga do lobo para salvar ( absolutamente ninguém ) e que a vida não é isso, nem nada disso.Nem parecido sequer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A propósito:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt; Era uma vez, uma miúda . Que apesar de achar os contos de fadas uma ilusão, tem um principe e acredita que o "... e viveram felizes para sempre " , seja um fim bonito, e que possa acontecer na linda história de amor dela. Que não seja nunca preciso um narrador , e que essa frase não seja dita para terminar &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;absolutamente nada&lt;/span&gt;. Que somente sejam felizes para sempre e nesse momento a frase fica sem efeito. &lt;/i&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt; (...) E desejaram viver felizes para sempre . &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;!-- google_ad_section_end --&gt; &lt;!-- Creative for 300 x 250 format --&gt;      &lt;script type="text/javascript" language="Javascript"&gt; &lt;!-- google_ad_channel = "null"; google_ad_client = "ca-fotolog_intl_js"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; google_ad_format = "300x250_as"; google_ad_type = "flash,image,text"; google_safe = "medium"; google_color_border = "000000"; google_color_bg = "000000"; google_color_link = "330033"; google_color_url = "330033"; google_color_text = "330033"; //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-6205058614443356073?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/6205058614443356073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=6205058614443356073' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6205058614443356073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6205058614443356073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/10/contos-de-fadas.html' title='Conto de fadas.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RwVnjjsEFfI/AAAAAAAAAAs/IfRpuxvLOog/s72-c/CONTOS+DE+FADAS+-.-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-3561310744983485120</id><published>2007-09-20T14:27:00.000-07:00</published><updated>2007-09-20T15:24:08.182-07:00</updated><title type='text'>Interrogações.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não. Eu sei que me levantei de propósito para escrever aqui, e o que é certo é que realmente já foram quatro enormes textos que apaguei. Mas não vale de nada. São palavras, letras e pouco significado. Mas podem ser tão complexas, podem ser imensidão, basta entender que cada letrinha destas significa algo de bonito. E então dá - me vontade de continuar e de escrever e reescrever aquilo que fui apagando. Mas eu não tenho título , nem tema. Não tenho nada para começar com esta acumulação de palavras. Tenho somente, um corpo subcarregado de algo que não era suposto. Um coração carregado de momentos e de pessoas, de atitudes que me magoam e de acusações injustas. É o que eu tenho. Ah , e mais uma caixinha de água do mar nos olhos que parece não ter fim e decerto que rebentou.Passo as mãos na cara e interrogo - me acerca do porquê de tudo isto , de todo este nada enorme, deste Mundo em que nada parece verdadeiro, neste lugar onde todos se imitam em vez de quererem ser apenas os próprios. Por favor , entendam que estar na Moda não é isso, não é o que os personagens dos Morangos c/ Açúcar fazem , nem sequer vestir - se e agir como os outros está na moda. O que é bom , o que é autêntico na vida é termos a liberdade de podermos ser somente nós, de criarmos algo nosso, de termos as nossas ideias e de agir como os ideais formados por nós mandam. É isso , e o resto é viver, crescer, sorrir e chorar. Basta sermos nós, não uma pessoa formada na nossa mente , é ser simplesmente o que vemos no espelho quer gostemos quer não. Ninguém vai reparar nisso se houver uma força que diga : " Vive , sê tu. Sê feliz e não ligues aos que te ignoram ".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ouçam essa voz , ouçam - na com a maior atenção, ela pode ser mais do que tudo numa vida, pode ser a resposta quando nos encontramos em qualquer espécie de dilema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Talvez agora , este seja definitivamente o último texto de hoje. Depois de tanta letra gasta nos restante três que simplesmente se apagaram , aqui já foram poucas as palavras mas a vontade e o sentimento foi maior ainda. Isto de saber o que está errado e ser - se impotente para corrigir é das piores sensações,  e tudo piora quando os que supostamente dariam força esquecem - se de todo o resto e pensam apenas que querem ser alguém que não são. Ou então resolvem atirar todo o tipo de acusações, de palavras injustas que entram e ficam a magoar até muito tarde. E  a estas pessoas eu amanhã direi Olá com um sorriso enorme porque vou acreditar sempre que não será necessário dizer - lhes que estão a fazer - me sofrer , eu quero ser forte até ao dia em que aquilo que não posso suportar mudar. E eu vou esperar , vou levar com tudo o que decidirem, vou aguentar falsidades e vou chorar na almofada todas as noites. Mas vou guardar , porque quero saber que pessoas de quem sou tão próxima podem ser muito mais do que mostram, podem e serão de certeza. Um dia. E quem sabe se aqui a única pessoa errada sou eu? Pode ser também , mas se for isso pensem à vontade que sou uma adolescente revoltada, chamem - me o que quiserem . Eu vou ficar á espera que mudem , não . Até nem será necessário, não vai haver ninguém a perceber isto , ninguém irá compreender e é bom que assim seja. Eu não quero um Mudo adaptado a mim como pensam, eu quero é um lugar diferente e bem melhor onde possamos viver sem insignificâncias. Eu quero aproveitar a Vida que me foi dada para ( quem sabe ) deixar de ser assim. Vazia de imensidão. Imensidão sim , porque há pessoas que são a minha vida e que por isso justificam bem a imensidão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-3561310744983485120?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/3561310744983485120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=3561310744983485120' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/3561310744983485120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/3561310744983485120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/09/interrogaes.html' title='Interrogações.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-3028904317641829704</id><published>2007-09-04T02:42:00.001-07:00</published><updated>2007-09-04T02:42:53.849-07:00</updated><title type='text'>Soubemos pintar . Sem tinta nem pincéis.</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Escrevi e apaguei vezes sem conta , só hoje. Existe em mim uma acumulação de sentimentos tão grande que cada passo por mais simples que seja parece confuso e carregado de obstáculos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  Queria tanto , mas tanto mesmo que tudo fosse mais &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;descomplicado&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;. Eu sei , eu sei que aí não haveria nada com que pudesse aprender, nem nada que me fizesse crescer, mas seria tão mais fácil. Pelo menos nas alturas como esta . Em que não se sabe o que se pensa , e as certezas que se têm ficam no coração e não deixam a mente pensar se são ou não correctas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; Preferia escolher as pessoas que me rodeiam , do que deixar essa tarefa para o destino . Mas não , nada disso . Cruzo - me com pessoas com que não me identifico e tenho que fingir que até somos parecidas , só para não causar má impressão. Mas eu nunca me ralei com a ideia que os outros ficam de mim , prefiro é não ter de gastar momentos da vida com &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;futilidades&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;, afinal esses seres insignificantes , para mim são uma &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;questão&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; de minutos , de meias palavras e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;vazias&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; de sentimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Eu só preciso que compreendam aquilo que eu sei . Que &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;não&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; contrariem e que se mantenham &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;silenciosos&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; se nada sabem dizer. Eu sinto tão profundo este amor . Sinto e não posso saber sequer que não o queiram admitir. Só quero a minha liberdade de expressão , o meu espaço e o meu silêncio . Acima de tudo , preciso de um amor , o maior de que já ouvi falar. Preciso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;do melhor que já conheci , do mais intenso , do mais perfeito . Preciso dele , sim, desse sonho de rapaz que me fez ver a vida e o seu Mundo de forma bem mais bonita &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;. É . E o resto vem por acréscimo , o resto são os que também são importantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  Os outros , os que passam e que nada me obriga a gostar deles são apenas contradições ao meu ideal de viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;   Sou artista , como uma menina bem importante mencionou. Sou porque soube , em conjunto com &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;ele&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; pintar um Mundo bem especifico de quem ainda tem a sabedoria de sonhar  , e de amar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; Temos arte nas veias, ou talvez seja apenas amor. Isto porque fomos capazes de criar a maior e mais esbelta tela sem tintas , pincéis. Sem papel nem lápis. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Fizémo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; - lo apenas com aquilo que é realmente apenas nosso. Com amor, carinho , dedicação. Confiança e sentimento. Fomos capazes, e acredito que ainda há espacinhos em branco à espera de umas pinceladas que imensidão !&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-3028904317641829704?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/3028904317641829704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=3028904317641829704' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/3028904317641829704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/3028904317641829704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/09/soubemos-pintar-sem-tinta-nem-pincis.html' title='Soubemos pintar . Sem tinta nem pincéis.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-6268347583844052655</id><published>2007-08-30T01:11:00.000-07:00</published><updated>2007-08-29T17:11:20.657-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quase sinto o Mundo desmoronar sobre mim. E repleta de desprotecção fujo sem enfrentar algo que atormenta a minha maneira. Corro e tento vencer esta luta desesperante dentro de mim, a respiração já &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;acelerada&lt;/span&gt; , as pulsações cada vez mais fortes e o coração a explodir de uma dor que sufoca o cérebro , os pensamentos, os sentimentos  , as palavras. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Sufoca uma parte de mim e nada posso fazer. Perdida então, tento agora encontrar uma espécie de saída nas letras do meu teclado exprimindo tudo , ou quase tudo , o que me vai cá dentro. Não , é óbvio que estas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;letrinhas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; mágicas da informática não vão matar esta saudade &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;terrível&lt;/span&gt; que habita em mim , mas resulta sempre como um auxílio dos momentos menos bons. É a melhor terapia de todas, a mais barata, mais saudável, uma das poucas em que posso depositar toda a confiança. Então deixei a noite cair, e já não sendo &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;propriamente&lt;/span&gt; cedo encontro a casa inundada de silêncio ( excepção à televisão aqui ao lado que vai servindo de desculpa para estar aqui neste  momento )  , lá dentro já devem todos ter adormecido e só agora me vou sentindo bem , ou menos castigada pela dura saudade. Durante o dia fui recordando os mais do que muitos momentos que me fazem agora , &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tanta falta.&lt;/span&gt; Compreendi que realmente és &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;muito importante,&lt;/span&gt; e talvez não to saiba transmitir. Mas é verdade, é sim senhor... Perto de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TI&lt;/span&gt; os problemas parecem não ter importância quase nenhuma, o tempo voa , e é como se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;vivêssemos&lt;/span&gt; num Mundo bem distante deste nosso cheio de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;conveniências&lt;/span&gt;. Parece até que existe perfeição algures no ar que estamos a respirar, e quando me envolves num abraço tão sentido fecho os olhos e penso apenas no quanto te amo , mas não sou capaz de continuar a pensar , acho que o meu cérebro pára , o coração bate e tudo se cala nos momentos seguintes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  Continuo com a televisão do lado ligada , as horas vão passando e sinto - me bem com as palavras que vou escrevendo. Sei que não é confidencial , mas é importante para que ( TALVEZ ) passem a compreender que posso parecer pequenina ou sei lá, fútil. Mas chamem - me o que quiserem , digam o que disserem, pensem o que pensarem... Independentemente de todos os erros, ou de todas as minhas atitudes não me &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;envergonho&lt;/span&gt; de palavra alguma exposta nesta espécie de diário. Sei sim , e isso importa de verdade, faz - me bem poder ter  ( mais ) um espaço onde me dão a liberdade de dar voz à minha alma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  , Sempre tua ( &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sim , tua : VOZ DO MEU SER ) , &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Filipa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-6268347583844052655?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/6268347583844052655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=6268347583844052655' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6268347583844052655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/6268347583844052655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/08/quase-sinto-o-mundo-desmoronar-sobre.html' title=''/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-1992023185196199274</id><published>2007-08-17T16:48:00.000-07:00</published><updated>2007-08-17T16:51:59.791-07:00</updated><title type='text'>MUNDO . Que Mundo .</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;    Sou tão pequenina ao lado dele. Este tão imenso lugar cheio de coisas iguais a mais do que coisas e ao mesmo tempo completamente diferentes umas das outras. As minhas ideias valem para ele tão absolutamente nada. Os meus desejos são apenas mais uns de tantos milhares, a rotina do meu dia - a - dia é tão destinada como a de todos os milhões de pessoas com que partilho o planeta. Quando choro , sou eu e mais de metade deste lugar indeterminado a fazê - lo , grito e não sou a única com toda a certeza. E mais fascinante ainda , é saber que nesta esfera gigante veio calhar tão perto de mim um ser tão precioso , tão igual a mim. É mágico o facto de saber que ELE poderia existir no outro lado desta esfera gigante , mas não. Ele está aqui tão perto.     &lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Obrigada&lt;/span&gt; destino , por O teres colocado na minha vida, por nos termos cruzado tantas e tantas vezes, por dares mais uma oportunidade ao nosso grande e bem valioso amor &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-1992023185196199274?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/1992023185196199274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=1992023185196199274' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1992023185196199274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/1992023185196199274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/08/sou-to-pequenina-ao-lado-dele.html' title='MUNDO . Que Mundo .'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-5152169490112391949</id><published>2007-08-14T14:27:00.000-07:00</published><updated>2007-08-14T06:28:13.840-07:00</updated><title type='text'>Sentimentos. Somente sentimentos.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Não . Este não irá ser um blog como tantos os outros que têm feito polémica. Não vou criticar a " minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;terrinha&lt;/span&gt; " nem sequer vou , &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ironicamente&lt;/span&gt;, querer um lugar na junta ou até mesmo na Câmara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Criei este espaço com apenas um ambicioso objectivo : exprimir o que sinto, mostrar que o que quero e o que gosto. Dizer que NÃO á vontade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dizer a quem por cá passar o que sou. E a quem me julga sem argumentos... Esses talvez perceberão que erram cada vez que abrem a boca para criticar algo de que não sabem, gente carregada de 'mania' tendo - se como melhores do que os outros, que falam tudo menos verdades e que tentam ( sim porque pessoas assim não conseguem nada nem NUNCA ) sujar nomes &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;através&lt;/span&gt; das ideias mal formadas, sabe - se lá porquê.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas eu estou aqui agora , se bem entendi esta minha vontade, para admitir que preciso dos que realmente me são importantes. E não é uma necessidade por conveniência, é sim o sentir de que sem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;essas pessoas &lt;/span&gt;eu não seria capaz de ser metade daquilo que sou. E quando eu falo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dos que me são importantes&lt;/span&gt; considero - os como grandes razões de uma vida. E se há quem agradeça a Deus pelo seu sucesso ou felicidade , ou riqueza ou sei lá mais o quê , eu agradeço aos que constantemente me corrigem, aos que me dizem o que está correcto e o que está menos bem. Aos que sorriem comigo e aos que não permitem uma lágrima sequer. Agradeço a quem me acompanha na caminhada da vida, aos que me ensinam e aos que permitem que ensine o que aprendi, aos que me respeitam e me dão a mão quando estou prestes a tropeçar num precalço da vida. Aos que têm a palavra mais correcta para mim no mais exacto momento. E agora penso para mim " se houvessem palavras suficientes para todos os agradecimentos  e sentimentos por estes &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tão especiais seres&lt;/span&gt; eu teria sido a primeira a dedicar - lhes esse tudo e mais algum. " Mas não, as palavras são vazias e simples demais para tudo o que um coração guarda. E, enquanto o meu dicionário não cresce em palavras sentidas, faço os possiveis para que com atitudes e pequenas demonstrações de carinho &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;lhes &lt;/span&gt;consiga transmitir o enorme &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OBRIGADA&lt;/span&gt; que eles tanto merecem .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;/ F&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-5152169490112391949?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/5152169490112391949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=5152169490112391949' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5152169490112391949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/5152169490112391949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/08/sentimentos-somente-sentimentos.html' title='Sentimentos. Somente sentimentos.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-8965712622914817862</id><published>2007-08-14T11:40:00.000-07:00</published><updated>2007-08-14T12:36:08.977-07:00</updated><title type='text'>Silêncio.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RsIEBkieywI/AAAAAAAAAAk/YsB4RzUcLz8/s1600-h/Hi5%27ziinho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RsIEBkieywI/AAAAAAAAAAk/YsB4RzUcLz8/s200/Hi5%27ziinho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098642153171503874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;entei&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; - me no meio do nada, numa sala vazia cheia de ar apenas. Reinavam memórias dum tempo a que posso denominar " o nunca ". Vi como por magia momentos passados que fizeram com que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;construísse&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; no coração uma ideia, provavelmente errada. Não sei se aquele &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);" class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;repentinoso&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;flash&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; era  real ou se foi apenas  ilusão para além do sonhar que eu tão bem conheço , lembro apenas que formou em mim uma nova definição de amor, ou de amar. Inocentemente criei a fantasia da " perfeição "Perfeição... A palavra indica exactamente o contrário daquilo que vem escrito em todos os dicionários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Então , ainda sentada na tal sala e sem encontrar uma solução para quebrar aquele silêncio &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;irritante, frustante capaz de quase me endoidecer, olhava e não via. Deparava - me com o preto do escuro e pensei não conseguir jamais sair dali. Continuava iludida com a tal &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;imperfeita&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; palavra: perfeição. Não sei o que me deu para conseguir pensar que tal sentimento tão complexo e repleto de sensações pudesse ser então prefeccionista. Óh , tanta estupidez junta. Amar é bom , não disse o contrário mas daí até ser perfeito...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O preto que tão mudo me pareceu ia " comendo - me " os movimentos, amordaçando - me sem me deixar soltar sequer um bocadinho daquela espécie de terror momentâneo e não via maneira de sair, daquele afinal, bem mais do que flash.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Perfeição?! É apenas a palavra , mais do que isso não significa. E quem disse que perfeito era algum sentimento? Não, então o amor não é perfeição nem nada que se possa definir. É amor e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Não , acho que ninguém ouve o silêncio da mesma forma que eu o faço, mas ele transmite -  nos as mais  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;perfeitas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;lições .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-8965712622914817862?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/8965712622914817862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=8965712622914817862' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8965712622914817862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/8965712622914817862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/08/silncio.html' title='Silêncio.'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RsIEBkieywI/AAAAAAAAAAk/YsB4RzUcLz8/s72-c/Hi5%27ziinho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5086528147789942827.post-2179120347869683305</id><published>2007-08-14T06:50:00.000-07:00</published><updated>2007-08-14T06:55:52.595-07:00</updated><title type='text'>Parte de mim .</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RsG0JkieyvI/AAAAAAAAAAc/-Lvl_GO2kW4/s1600-h/Perfect.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RsG0JkieyvI/AAAAAAAAAAc/-Lvl_GO2kW4/s320/Perfect.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098554329680235250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;http://www.fotolog.com/heart_place&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);font-family:arial;" &gt;http://www.fotolog.com/heart_place&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;http://www.fotolog.com/heart_place&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5086528147789942827-2179120347869683305?l=olivrodasmemorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/feeds/2179120347869683305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5086528147789942827&amp;postID=2179120347869683305' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2179120347869683305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5086528147789942827/posts/default/2179120347869683305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://olivrodasmemorias.blogspot.com/2007/08/parte-de-mim.html' title='Parte de mim .'/><author><name>O livro das memórias.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-_7Rjs_WmDgI/Tkm0AGGcWQI/AAAAAAAAAGA/puxodVdmsAk/s220/verano1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_p55D0-9g8SA/RsG0JkieyvI/AAAAAAAAAAc/-Lvl_GO2kW4/s72-c/Perfect.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
